Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008
Bom dia. Hoje estou abalado.
Sexta-feira, 11 Jan, 2008
«Abalo de 4.7 sentido no Algarve, Alentejo e Lisboa»
«O sismo de magnitude 4,7 na escala de Richter ocorrido hoje, às 00:21, foi sentido no Barlavento Algarvio, Costa Alentejana e na Grande Lisboa»



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Rui Vasco Neto a 14 de Janeiro de 2008 às 16:05
daniel,
parece-me bem. Tem a minha benção, o catraio, que só pode ser boa gente. Nem que seja só por parte do avô.
Grande abraço, baboso! (é dos termos mais micaelenses que me lembro, na circunstância; serve como luva)


De Daniel de Sá a 14 de Janeiro de 2008 às 15:47
Rui, cá na família cada qual tem o seu nome, que os há que dão para todos, e escusam de estar a partilhar algo tão individual. Será Tiago.


De Rui Vasco Neto a 13 de Janeiro de 2008 às 01:52
daniel,
nem mais, mê rico hóme.
ora diz-me, se puderes e souberes: e como se chamará o delfim? sócrates, coitado? aníbal, não, por favor! menezes? nem pensar?
não me digas que é daniel...


De Daniel de Sá a 13 de Janeiro de 2008 às 01:19
Rui, essa do baboso fica pelo bom canalha. (Dito no tom que te ouvi, tal como no que sabes que usei contigo, estamos quites: elogiámo-nos um ao outro. E, modéstia à parte, merecemos...)


De Rui Vasco Neto a 12 de Janeiro de 2008 às 01:22
daniel,
parabéns, baboso!
há-de ser poeta, o coriscalfacito.


De Daniel de Sá a 12 de Janeiro de 2008 às 01:13
Mifá, mas a minha caríssima amiga não disse nada de errado. Eu limitei-me a completar a informação. Porque, se a Mifá pensava que a Richter estava smepre acima da Mercalli, pelo menos não o disse.
Rui
Claro que me lembro dessa crise. O abalo mais forte deu-se quando eu estava a virar uns peixes que grelhava. O meu filho estava sentado a ver televisão, e eu disse-lhe: "Este é mais fortinho." Mas continuei calmamente o meu trabalho e ele a ver o que estava vendo. Claro que eu me assustaria se visse cair coisas, mas aqueles tremeliques quase tinham criado habituação. (Minha mulher estava em Lisboa, como agora está, porque foi esperar um netinho que nos nasceu ontem, aliás anteontem, porque já passa da meia-noite.)


De Rui Vasco Neto a 12 de Janeiro de 2008 às 01:05
mifas,
obrigado eu.


De mifá a 11 de Janeiro de 2008 às 22:11
Rui,
paciência!
É que era uma jóia de estimação! E, ainda por cima, não me pertencia e eu tinha que a entregar ao dono!
Obrigada, na mesma.
Jocas.


De Rui Vasco Neto a 11 de Janeiro de 2008 às 22:03
ai agora,
por belenos, desde que o céu não nos caia em cima da cabeça, por mim até um bardo ouvia.

daniel,
A maior experiência sísmica, digna desse nome, da minha vida, vivi-a a menos de dez metros da tua casa.
Passei duas ou três horas sentado naquele cafézito, a acertar os últimos detalhes de um espectáculo, sentado a uma mesa que tremeu o tempo todo, 'dançou' é o termo.
Curiosa também a disciplina das gentes da maia, que nesses dias (lembras-te da crise, porto formoso, maia, vila franca?) saía para o meio da rua ao sinal sério de mais um abalo. E meio da rua é literal: as crianças da escola sentadas exactamente na risca que marca o meio da rua, tudo em fila indiana e calmíssimo, com sorrisos.
Basalto negro nas veias, certo? Vulcões e terramotos.

Mifas,
Não, nada. Mas beijo-te na mesma. Mas nada do que procuras, de facto. Definitivamente. Ok?


De mifá a 11 de Janeiro de 2008 às 21:48
Daniel,
invejo-lhe a energia.
E eu que pensava que o Mercalli e o Richter estavam sempre em rixa, com vitória para o Richter, e nunca se "tocavam".
Fiz a minha consultazita mas, como estava cansada do serão de ontem ( pois, o Daniel não apareceu. Seguramente foi cedinho prá cama ) mas, dizia eu, fiz a minha consultazinha só que resultou escassa. Eu quiz armar aos cucos e o resultado foi este! Porém, valeu a pena o desaire pois
ditas as coisas pelo Daniel, com as letras a amenizarem a aridez até da sismologia, percebi perfeitamente.
Obrigada.

Rui, olá ( para não te pores para aí a esberraçar "entrou, não disse nada..., rebéubéu...").
Ah, e já agora, não deixei "cair" nada por aí? É que dei por falta de uma coisa que julgo que deixei na loja.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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