Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007
É sempre a mesma merda, nunca chego a horas a lado nenhum!
Segunda-feira, 31 Dez, 2007
«Parte do mundo já entrou em 2008»

«Austrália, China, Malásia, Rússia, Hong Kong, Japão,Taiwan e Tailândia já festejaram.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Rui Vasco Neto a 1 de Janeiro de 2008 às 21:05
pussy,
agora sim, miamos a compasso.
bora lá começar outra vez?

(apanhaste a Irmã Clotilde a Matemática? Parece que engravidou, disseram-me, vê lá tu, aos 58 e sem saber o que era um 69. Até pode ter sido o prof de trabalhos manuais, aquele baixinho, dizem, mas não acredito. Ele tinha um ar meio abichado, lembras-te? Às vezes são os piores..
Com que então és gata? De nascença ou foste operada?)


De gatinha a 1 de Janeiro de 2008 às 20:19
andei na ave maria, por isso não me lembro de ti.
mas vou fazer o possível.


De Rui Vasco Neto a 1 de Janeiro de 2008 às 17:13
kssskssss,
calma, bichano! não se entra num ano assanhado, dá azar...
sete vidas não lhe chegam assim, companheiro.
relaxe, soou pior do que era, aninhe-se e deixe-se ficar.
passarei bem na mesma, mas provavelmente melhor se for consigo; ronronando, claro.

(e já agora, andei no sagrado coração de maria; era a miúda das tranças, lembra-se?)


De Anónimo a 1 de Janeiro de 2008 às 17:07
ordinário?
porventura andaste nas doroteias?
e essa de chamar rafeiro a um gato tem que se que diga.
passa bem.


De Rui Vasco Neto a 1 de Janeiro de 2008 às 15:39
lita,
a net tem destas coisas, não?
bom ano para ti, querida. aparece mais vezes.
beijo.

rafeiro,
ao ler vossa excelência pareceu-me que vossa senhoria não quereria dizer o que o senhor disse, embora você fosse claro nas palavras que tu disseste.
sobra a dúvida, no entanto: conseguirá ser mais ordinário ainda em 2008?


De gato a 31 de Dezembro de 2007 às 20:41
ora foda-se há sempre gajos que chegam antes da gente


De Ângela a 31 de Dezembro de 2007 às 20:29
Rui,
deixa lá, chegaste mais do que a tempo de me dar o prazer dos teus escritos.
E, na minha memória, das tuas cantigas e boa disposição.
Um beijo grande, de uma velha, velha amiga...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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