Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007
Mas anda tudo tudo doido, ou quê?
Sexta-feira, 16 Nov, 2007
(JN,16Nov)
«Cláudia Monteiro, grávida de seis meses, de 29 anos e mãe de uma criança de oito, foi atropelada mortalmente por um camião, anteontem, ao princípio da noite.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Gato Negra a 17 de Novembro de 2007 às 17:04
Eu sou o gato negro.....
Eia...desesperadamente à procura da outra....eu vi a formiga...eu vi!
Tá deitada na pá da padeira de Aljubarrota!!!!!
Já viste que coisa, hem????


De desesperadamente à procura da outra a 16 de Novembro de 2007 às 22:23
Firme e hirta. Estou aqui à espera da formiga, mas nada de nada. Que lhe terá feito o gato?


De Rui Vasco Neto a 16 de Novembro de 2007 às 21:32
pegam-se as formigas, descobrem-se as cigarras.
não há como a sabedoria pipelar, porra.
as senhoras que me desculpem. siga a dança.


De Outros Carnavais a 16 de Novembro de 2007 às 16:26
no, no é.... era zoé mesmo, mas deixe lá isso agora, formiguinha preocupada, que eu estou a precisar da lupa para outras guerras. Estou a dedicar-me à mirmecologia.Quer que soletre? Tem mais sílabas que Zoé...


De Formiga a 16 de Novembro de 2007 às 16:04
Cigarra,

"Arca de Zoé"...."((Zo)é) mesmo.... não enxergo, nem de lupa na mão, nem de lupa ao pé!

Histórias, ouvi-as todas! Foi num baile de Carnaval em que a cigarra desafinava e o Noé refilava...

Ah...pois ...."Zoé"...Noé......SERÁ??????


De Cigarra a 16 de Novembro de 2007 às 15:46
formiguinha,

Por falar em antecipações, já lhe contaram a história do martelo? Não?! Estranho...

Agora deixe-me cá enxergá-la bem. Certo, está tudo certo. Toca de armazenar indignações que nunca se sabe se não prende mais um sargento. E já soube do Chade? Parece que por lá há inúmeros fanáticos do bio.... Aceite uma sugestão, inscreva-se na Arca de Zoé e continue, formiga, que vai por bom carreiro.


De Formiga a 16 de Novembro de 2007 às 15:22
De lupa na mão,

Se conseguir por a lupa nos olhos, quem sabe não consiga enxergar mais.....?


De Formiga a 16 de Novembro de 2007 às 15:18
My love.....

Não sei que distância vai entre o lá e o sol, nem sequer qual deles corre atrás de qual ( se é que correm).

Ao ver a notícia "quedei-me pelo horror do facto em si" e acrescentei um temor pelo futuro dos vivos (pai e filho) antecipando, assim, o receio (a que os cálculos me levaram) de que possamos a vir a assistir a mais um "sargento" preso...por "sequestro" ou, quiçá, por excesso de amor e zelo!

Mas deixe estar! A culpa não é sua...!
Talvez a minha alergia ao fanatismo do bio me faça antecipar receios, my love....


De Rui Vasco Neto a 16 de Novembro de 2007 às 13:51
miguitazinha,
não se zangue que o inverno é longo. cadê o my love a que já me estava a habituar e tudo?
vejamos se a gente se entende a bem que eu nem seguro tenho para as patas, quanto mais coberto.
o mal das pessoas como eu, que escrevem (e vivem) na ´linha ténue (mas visível) entre o humor e da ironia, é que correm sempre o risco de serem levados a brincar quando falam a sério.
não deslustro de forma alguma o mérito do pai, padrasto ou primo afastado que faz o que esse aparentemente fez. só que, para ser absolutamente franco, não vi tão longe nas identidades, quedei-me pelo horror do facto em si. para o resto tenho (e muito bem) os comentadores deste blog, que comigo fazem a festa do pensamento.
como pode ver, deixei o sol para si e avancei para lá. muito para lá.

e faça o realíssimo favor de me devolver o my love, que o frio está a chegar.


De de lupa na mão a 16 de Novembro de 2007 às 13:44
P'ra já, p'ra já, a única coisa que consigo ver é uma formiga de candeias às avessas...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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