Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007
Bom dia. Hoje estou um nadita maldisposto.
Terça-feira, 25 Dez, 2007
Não faço a mais pequena ideia porquê.

publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De mifá a 27 de Dezembro de 2007 às 00:47
conquistador preocupado,

descansa essa ruim cabeça e não te pré ocupes nem ocupes com a minha sina que eu cá vou conquistando a vida, em vida, devidamente.
E por que pensas que optei pela água férrea, hem?
E, depois, dá para passar os dias em Nova York e as noites em São Miguel que sempre é mais cosmopolita ...
Cá para mim, estás mas é com uma dorzita de cotovelo por não teres aí água férrea. Mas, olha, vai para umas termazinhas, tipo as do Vidago ou da Curia e "curias", ao mesmo tempo, as indigestões.
Aprende, que eu não duro sempre.


De Rui Vasco Neto a 26 de Dezembro de 2007 às 22:46
mifas,

escuta uma ruim cabeça:

esquece a conquista da morte e faz mais pela conquista em vida, amiga.

a conquista pela conquista, tipo pronto já está, bora lá para a água férrea que não se vê debaixo do castanho, olha agora, quem diria.

não te empanzinas no natal, não tomas kompensan, vais para a cama passar as tuas noites com um gajo que vive os seus dias em nova york preocupado com o terrorismo e com as ciências biológicas, à vez ou talvez não. definitivamente, és a minha preocupação nº1 deste natal.

esta,
ficaria surpreendida se soubesse como o excesso de acidez provoca os doces, tanta, mas tanta vez...

canal,
e um grande yom Kipur para ti também.


De Rego Costa a 26 de Dezembro de 2007 às 04:21
Pois olha, fiquei bem contente por estares mal disposto e com a caixinha de Kompensan. Não que não goste de te ver bem, mas essa indisposição deu-me bons sinais !!! Agora digo-te " óptimo 2008 " !!!


De ernesta a 26 de Dezembro de 2007 às 02:14
Estranho como o excesso de doces provoca acidez.


De mifá a 26 de Dezembro de 2007 às 02:06
Mas isto mais parece o muro das lamentações. Ou trata-se de registar a patente do natal mais desgraçado, para o guiness?
Olha, porque não fazem como eu : recusei-me a ir empanturrar-me,hoje, numa ementa de quatro ou cinco pratos, arrostando com uns "francamente, que mau gosto!" e outras frases dubitativas da minha sanidade mental, e mandei-me para as Furnas, onde fui relaxar o corpo e a alma, na água férrea da piscina do hotel "Herra Nostra".
Eu bem sei que, aí, não há, mas- que diabo!- há a lagoa da Albufeira, o Portinho da Arrábida, sei lá...
Agora, o que não se admite é esse tom molengão e "blasé" tão ao gosto adolescente.
Mas, como eu não gosto de ver ninguém triste, e muito menos no Natal, vou contar-vos um segredo: já tenho debaixo do braço um livro que vou levar para o doce vale dos lençóis e esse livro fala, nada mais nada menos, de uma futura conquista da morte (aliás é o título). Nele, espero ser convencida, pelo seu autor,Dr. Alvin Silvesrstein, do departamento de Ciências Biológicas da Universidade de Nova Iorque, com argumentação de irrefutável evidência científica, que, passo a citar, "estamos perante uma revolução biomédica sobre a doença e sobre a velhice e tornando a morte uma coisa obsoleta".
Ora, mas não querem lá ver : já estou começando a preocupar-me com o que vou fazer eternamente.
Se calhar, o livro nem chega a subir as escadas!
Durmam bem e ... não tenham pesadelos com o Natal.


De Rui Vasco Neto a 25 de Dezembro de 2007 às 18:34
maria, sharky, saci,
burp. (com licença).


De Insaciável a 25 de Dezembro de 2007 às 17:46
Já dei como encerradas as comemorações natalícias.
Agora é tempo de chá...muito chá.


De shark a 25 de Dezembro de 2007 às 16:59
A minha qualidade de vida por estes dias também depende sobremaneira desse regulador da acidez em particular.
Somos uns fracos, pá, e não conseguimos fugir às tentações...


De Maria a 25 de Dezembro de 2007 às 15:49
Água do vimeiro. pode ser que ajude a resolver...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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