Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
Chove em Portugal. Lisboa nada.
Segunda-feira, 18 Fev, 2008
«O mau tempo provocou, até às 16:30, 1360 ocorrências no distrito de Lisboa, obrigou a evacuar 72 pessoas e deixou desalojadas outras 44, segundo o último balanço da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Os meios de protecção e socorro accionados envolvem 2.914 homens, 900 veículos, um helicóptero que está de prevenção no aeródromo de Tires, e três botes, além de um grupo de reforço do distrito de Leiria. As chuvas intensas acompanhadas de vento forte já fizeram pelo menos uma vítima mortal, estando a ser procurada uma outra vítima, de sexo feminino, na sequência da queda de um carro na ribeira de Belas (Pendão). A ANPC refere ainda a activação do Plano Municipal de Emergência de Loures às 12:25 e inundações em vias e túneis, mas salienta que a situação tende a normalizar em todo o distrito, tendo sido já iniciados trabalhos de limpeza nas zonas atingidas.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Alfredo Gago da Câmara a 19 de Fevereiro de 2008 às 19:31
Cara anónima (que eu penso que sei quem é):
Tem, de facto toda a razão. Quando se aplica o bem, esta forma de identificação é perfeitamente aceitável e justificável pelo acto que, só por si, revela uma grandeza e nobreza incomensurável de sentimentos. De facto, não há regra sem excepcção e estes casos, raros, (basta ter dado Deus como exemplo) comfirmam. Esta atitude é sublime.
No caso mais comum do anonimato, o comodismo humano leva-nos a ter o direito de escrever, para ser lido, evidentemente, (neste caso por mais do que um destinatário), e ter sempre a garantia que se algo correr menos bem, o anónimo não tem nome, percebe? Só ele é que sabe. Não é lá muito correcto, a meu ver, principalmente quando se responde a alguém que está identificado. Pior ainda do que isto, é quando o anónimo se acha no direito de blasfemar e maldizer o interlocutor ou outras pessoas igualmente identificadas. Neste caso, só há um nome que define esta atitude: cobardia.
De resto, como não foi o seu caso, e porque percebi que é uma pessoa bem conceituada e despreconceituada, da próxima vez pode por certo identificar-se que eu não levo a mal, caso contrário, e porque também sou detentor dos mesmos adjectivos de preconceito supracitados, (somos da mesme criação, não?) tomarei a liberdade que estes adjectivos me conferem de pura e simplesmente não lhe responder.
Cumprimentos


De Anónimo a 19 de Fevereiro de 2008 às 13:12
Oh,meu caro, Alfredo Gado da Câmara,diga-me: este princípio, sobre os Princípios,também se aplica quando se pratica o Bem?

As grandes obras, os grandes feitos, na sua maioria, encontram-se no Grande Anonimato! A prova disso é que Deus assina, com vários nomes, sendo o seu nome mais sublime: "Anónimo".
Não estou aqui a fazer a apologia do anonimato, entenda-me, mas há que alargar os conceitos para não asfixia-los no preconceito.
asinatura:
anónima


De Alfredo Gago da Câmara a 19 de Fevereiro de 2008 às 01:29
Rui, esqueci-me de me identificar no comentário brincalhão que fiz acima. Foi nabice minha vai contra os meus princípios. Como deves ter percebido, fui eu, o teu amigo Alfredo Gago da Câmara.
Abraço


De Anónimo a 19 de Fevereiro de 2008 às 01:24
Já tentei saber de ti, quando as notícias vi, pelo telemovel, mas... Nada! Até ao metro e noventa, sei que tua altura aguenta, não me preocupei contigo. mas aos dois metros e meio, será que ele se aguenta? Nem mesmo o bicho mais feio, passará nesta tormenta. C'o diabo... É meu amigo! Fiquei aflito e por fim foi aí que eu pensei: ó Alfredo tem juízo, que coisa assim tão ruim, não pode ter prejuizo.

Maufeitiozinho, hein???


De mariposa a 18 de Fevereiro de 2008 às 19:53
De costas?


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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