Sábado, 26 de Janeiro de 2008
Medida urgentissíssima
Sábado, 26 Jan, 2008
«Ele sabe bem daquilo que se refere», disse Luís Filipe Menezes, agorinha na SIC, referindo-se a Marinho Pinto, o Bastonário da Ordem dos Advogados. Ouvi eu com os mesmos dois que ouviram o 'há-dem' de Jorge Coelho.

Rápido, é urgente, toca a andar: um Daniel de Sá para cada assessor de comunicação do líder, já!! Agora, porra!! Que a vergonha é desmasiado muita grande.


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Rui Vasco Neto a 31 de Janeiro de 2008 às 13:52
sam,
estás a falar do futuro primeiro ministro de gaia e arredores, lembra-te.


De samuel a 27 de Janeiro de 2008 às 13:44
Ora cá estou seguindo as instruções.
Não se vilipendia assim uma figura pública!

Houveram outras vezes e por certo repetirão-se, em que um ou outro político interviu sem prestar uma grama de atenção ao que estava a dizer.
São de pessoas assim que nós mais necessitamos. As que falam sem calcularem... de improviso e com os corações na mão. A gente é que é exigentes demais!

Fui suficientemente "solidário" com o senhor? Espero bem que sim, pois quase esgotei as reservas.


De Daniel de Sá a 27 de Janeiro de 2008 às 01:59
Insaciável
Eu por acaso tenho opinião contrária a respeito de quem se engana em palavras estrangeiras. Claro que a questão do Bohr nada tem que ver com isto, que, de tão acostumado a ler e algumas vezes a escrever o seu nome, nem olhei para trás. É que errar numa língua estrangeira mostra dois defeitos: a presunção de a saber e a ignorância de facto.
Uma vez mais, obrigado.


De Insaciável a 27 de Janeiro de 2008 às 01:19
Oh, Daniel, eu percebi muito bem a história :-)
E também percebi que a correcção nem era assim tão pertinente.
Mas o coitado do Bohr, que nem a sua língua sabia, tem teoremas, fórmulas, átomos e até cadeiras na faculdade com o seu nome. Portanto perdoe-me a ousadia da correcção. Recalcamentos de quem chumbou dois exames, com certeza.
Quanto a si, continue a escrever como quiser que nós cá estamos para ler e aplaudir


De Daniel de Sá a 27 de Janeiro de 2008 às 01:15
Meu Deus, nem agradeci o enorme elogio que a Insaciável me deixou lá em cima!
Desculpa, amiga. Agradeço-o, embora exagerado. (Se não fosse exagero não seria tanto de agradecer...)


De Daniel de Sá a 27 de Janeiro de 2008 às 00:56
Uma história para a Insaciável
A propósito da minha troca de letras, conto-lhe uma história que me parece deliciosa.
Menéndez y Pelayo sabia várias línguas, mas, como bom espanhol, ao começar em Madrid uma conferência sobre Shakespeare, pronunciou à espanhola "saquespeare". A assistência riu. E o Menéndez y Pelayo prossegiu, serenamente, até ao fim falando em Inglês.


De Daniel de Sá a 27 de Janeiro de 2008 às 00:49
Ó Insaciável, tem toda a razão! Só agora reparei que troquei a ordem do "hr". O que eu mais faço aqui é trocar letras, e nem sempre dá para notar. Eu seria capaz de olhar para aquilo mil vezes e não reparar na troca. Quantas vezes isto me acontece em artigos ou mesmo em livros, e só depois de ler a coisa publicada é que de imediato dou por ela!
Mereci o puxão de orelhas.


De Insaciável a 27 de Janeiro de 2008 às 00:18
Daniel de Sá

Foi com certeza um erro causada por rápida dactilografia mas tal como um açoriano com “e” causa urticária a um entendido na língua de Camões, também o Borh me causou alguma comichão.
Desculpe-o (ao Bohr) por não saber a sua língua, compensado com um trabalho notável na física e na química.
(saindo de fininho em atitude muito humilde)


De Rui Vasco Neto a 26 de Janeiro de 2008 às 23:55
saci,
mata-me com mimos, é o que é...

daniel,
não gosto nada quando tu és severo com o nosso primeiro, custa-me, sei lá..


De Daniel de Sá a 26 de Janeiro de 2008 às 23:40
Rui, começo a pensar que o Luís é um génio. Há precedentes. O Niels Borh dominava tão mal a língua de Hans Christian Andersen que a mulher é que lhe escreveu a tese sobre a teoria quântica. E Einstein, génio maior ainda, não sabia uma palavra de Português.
Bem, e o nosso primeiro disse há umas semanas: “Eu sou daqueles que acredito...” Pois eu também sou daqueles que acreditam que com esta gente não se vai a lado nenhum. E talvez seja melhor assim, pois ainda eram capazes de nos levar para um sítio pior.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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