Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Pronto, não falo mais da ASAE.
Quarta-feira, 02 Jan, 2008
Vou fumar um cigarro. Só tenho que encontrar um casino aberto.

publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Piedade a 4 de Janeiro de 2008 às 18:43
Iac ! Iac !


De Rui Vasco Neto a 4 de Janeiro de 2008 às 18:03
piedade,
tem piedade.

saci,
não lhe ligue, sou incapaz de queimar uma toalha ou partir um prato.


De Piedade a 4 de Janeiro de 2008 às 12:39
É só um conselho : Arranje-lhe um cinzeiro bem grande e não ponha toalha na mesa de jogo !!! ihihih !!!


De Insaciável a 4 de Janeiro de 2008 às 00:05
Rui

Nos meus tempos de faculdade era mais king.... mas isso já foi há tanto tempo ( sniffff) que acho que esqueci.

Traga lá as cartas que eu arranjo os cinzeiros.

Aqui fuma-se!


De Piedade a 3 de Janeiro de 2008 às 15:26
Então e o King ? Já não te aventuras ?!?!?!!!!!!!


De Rui Vasco Neto a 3 de Janeiro de 2008 às 14:15
ecoecoeco,
as minhas desculpas.
o mais provável é a convivência futura resolver essa questão.

saci,
o bacalhau à narcisa (que fixação, hein?) está perdido, nada a fazer, mas fico feliz por saber que por aí não se cumpre a lei do nunes. assim, se algum dia me convidar, não terei de vir fumar o cigarrinho para os jardins da sua mansão.
quanto a não ser casino não se preocupe, eu levo cartas.
sabe bisca?


De samuel a 2 de Janeiro de 2008 às 23:02
Enquanto continuares a prantar esta fotografia do frontispício do sr. Nunes ao lado dos teus estimáveis textos, serei fisicamente incapaz de "plasmar" neste espaço cultural, qualquer comentário minimamente decente!
...mas também... quem está interessado em comentários minimamente decentes?


De Insaciável a 2 de Janeiro de 2008 às 21:19
Casino, casino isto não é.
Mas aqui em casa fuma-se.
E hoje, bacalhau à narcisa ;-)


De e-ko a 2 de Janeiro de 2008 às 20:09
acho bem!

o que não acho bem é não teres por aqui o meu link... não me conheces ? pois, eu também não te conheço e chegei aqui e só com sete folgos, quanto mais com sete vidas...

vá, isto é para deitar abaixo este ano... eu ajudo!


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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