Terça-feira, 13 de Novembro de 2007
Pessoal: 'tou vivo!
Terça-feira, 13 Nov, 2007
Ou eu não tivesse sete vidas sete.

publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De teresa a 14 de Novembro de 2007 às 21:12
Não resisto...

JG,

há c'anos.... mas estas caixas de comentários e as vidas todas dos gatos têm destas coisas - tropeça-se em quem se procura por outros sítios...

Pôe uma arroba a seguir ao meu nomeenomedesanto, acrescenta-lhe o gmail do costume e diz qualquer coisa...


De Rui Vasco Neto a 14 de Novembro de 2007 às 19:54
nónimo,
pronto, ok.
fiquei esclarecido.


De Anónimo a 14 de Novembro de 2007 às 19:46
RVN,
..."como"....um bafo,
..."onde?"...na maresia


De Rui Vasco Neto a 14 de Novembro de 2007 às 17:57
g,
claro que sim: ruivasconeto@gmail.com

estás povoando, portanto, zim?
bom saber-te!


De JGobern a 14 de Novembro de 2007 às 12:32
O caso é este: vivo - há dois anos, um mês e onze dias - a 350 kms da capital do império. Que visito, só para ver quem quero e quem sou obrigado. Onde andas tu? E tens um endereço mais privado ou assim? É que isto dos blogs, mesmo os bem escritos e frontais, como acontece aqui, dá-ne cá uns frenicoques...


De Rui Vasco Neto a 14 de Novembro de 2007 às 12:02
nónimo,
que mal lhe pergunte: tem-me sentido como, para não perguntar onde?

gorby,
li bem? disseste 'toma lá almoço'? ou digo eu?


De JGobern a 14 de Novembro de 2007 às 01:49
Espero que não sejam as famous last words... Pensando melhor, até nem é desengraçado como lema de vida. Bom é saber, melhor é redescobrir, juro.
Toma lá abraço.


De Anónimo a 14 de Novembro de 2007 às 00:22
Eu nunca te senti morto!


De mifá a 13 de Novembro de 2007 às 19:33
Imagino!
Paciência: a cada um a sua cruz, isto é, esgatanhadela!


De Rui Vasco Neto a 13 de Novembro de 2007 às 18:32
piedade,
cante, querida. já não gagueja...

mifá,
cá nada!!
e os gatos não me ligam, que sofrimento.. restam-me as gatas, naturalmente.
enfim, sacrifícios.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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