Terça-feira, 6 de Novembro de 2007
Ah!, como está tudo tão diferente agora...
Terça-feira, 06 Nov, 2007
(CM, 6 Nov)
Primeiro-ministro ataca oposição

«No debate sobre o Orçamento de Estado (OE) no Parlamento, o Primeiro-ministro acusou Santana Lopes e Paulo Portas de terem protagonizado “um dos maiores fracassos governamentais".»



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Rui Vasco Neto a 8 de Novembro de 2007 às 13:41
Alfredo, meu castigador amigo:
assim farei.


De Alfredo Gago da Câmara a 7 de Novembro de 2007 às 21:56
Amigo Rui
A passividade, tem três primos de um lado bom: a educação o civismo e a honestidade. Do seu lado mau tem outros três primos: A subserviência, o oportunismo e a cobardia.
Vamos (com fé menino) apoiar sempre a costela boa desta família.
O licor até vai saber melhor e o Hino Nacional sairá mais afinado.
Ahhhh... Guarda os beijos para as gaijas boas.


De Rui Vasco Neto a 7 de Novembro de 2007 às 16:38
joãonónimos,
há dias assim.
mas acreditem que há papagaios que todos os dias acham coisas..

mifas,
pois.

daniel,
decreto de imediato uma requisição civil para o teu caso em particular, assinado: eu.

alfredo,
as revoluções estão pela hora da morte, meu amigo. saem caras a quase todos e são lucrativas só e sempre para os mesmos.
aos demais, nós todos, cabe-nos o doloroso mas nobre dever de não gritar quando nos enfiam o dedo, mais a patriótica obrigação de ainda agradecer quando andam com o dedo à roda.
por iso relaxa e goza, meu amigo.
e manda uma garrafita de licor caseiro ao teu amigo que eu cá até canto o hino em sentido e sol maior. e beijo a foto do sócrates todos os dias.

pois um grande bem hajam para a geral.

rvn


De Alfredo Gago da Câmara a 7 de Novembro de 2007 às 01:19
Os cães ladram e a caravana passa.
Eu explico: de que interessa a alguem ser acusado de alguma coisa que, mesmo que seja a mais pura da verdade testemunhada e comprovada, nunca será responsabilizado, a doer, pelos erros que cometeu? Assim não doi nem custa ser irresponsável. Se a má administração politica pagasse pelos seus erros, com certeza o nosso auto conceituado primeiro ministro garantidamente que no futuro receberia em sua casa um aviso das finanças para pagar ao povo português (com juros actualizados à altura) uma avantajada dívida sob ameaça de bens à penhora. Ele e muitos dos seus antecessores.
Neste momento existem milhares de portugueses que trabalham de sol a sol, bons profissionais desempenhando condignamente os seus ofícios. Muitos deles são gente humilde e de bem, simles e com valor. Outros, esforçam-se em vão para manter a estabilidade e o mínimo conforto económico a que foram habituados. Não discutem vencimentos, nem têm a inteligente velhacaria de alguns administrativos e políticos. Têm sim, a sua vida completamente penhorada e aniquilada pela irresponsabilidade destes nossos loucos e impunes políticos que teimam em pagar a infidável crise com quem já nem consegue economizar um cêntimo sequer. É triste e vergonhoso. É muito pior do que uma morte a tiro. Para que de cem, vinte possam viver à bruta, é necessário abater os outros oitenta.
Responde-me se puderes: onde para a educação, o civismo e a honestidade deste país? Será que ainda restará alguem de bom caracter, fora do sistema e com tomates para fazer uma revolução?


De Daniel de Sá a 7 de Novembro de 2007 às 01:09
Eu estou de greve, solidário com os argumentistas de Hollywood.


De mifá a 6 de Novembro de 2007 às 19:36
Eu não avisei que o anónimo podia voltar?
Ainda por cima de bico exigente!


De Anónimo a 6 de Novembro de 2007 às 19:27
Pobrezinhos estamos todos nós ! Com governantes destes ... até a inspiração pode faltar ...


De Anónimo a 6 de Novembro de 2007 às 18:09
Que se passa? Falta de inspiração? Isto anda muito pobrezinho.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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