Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Bom dia. Hoje eu bato palmas e digo Avé César!
Domingo, 10 Fev, 2008
«Em entrevista ao programa «Diga Lá, Excelência», da Rádio Renascença, jornal Público e RTP2, o líder dos socialistas açorianos salientou que as «taxas moderadoras são ilegais porque não são moderadoras». «Alguém tem necessidade de ser moderado no seu ímpeto para se submeter a uma cirurgia ou ser internado?», questionou Carlos César, para quem em causa está um «financiamento indirecto do sistema». Segundo o presidente do Governo açoriano, este financiamento resulta de um «contrato de hipocrisia e cumplicidade entre o fiscalizador da legalidade e da constitucionalidade de uma taxa deste tipo e os gestores do sistema». Para Carlos César, «mais valia a pena que se introduzisse um pagamento de actos médicos tendo em consideração o rendimento dos utentes». «O que há a salvaguardar, do meu ponto de vista como membro do PS, é que a mensagem constitucional de um serviço tendencialmente gratuito corresponda a uma efectiva universalidade do ponto de vista de acesso dos portugueses a este sistema», afirmou.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2008 às 16:33
O Sr. Samuel, sim senhor, obrigado, é assim mesmo que o homem é, eu que o conheço há 30 anos lho digo !!! Uma raridade. Pobre é de quem se admira quando encontra alguém honesto, mesmo indo contra os seus leaders, diz aquilo que pensa, sem medo.


De Rui Vasco Neto a 10 de Fevereiro de 2008 às 13:36
sam, leonor,
E o homem até é do PS e tudo... Hoje, definitivamente, bato-lhe palmas. Em relação a ele não é frequente, assumo.


De Leonor a 10 de Fevereiro de 2008 às 09:47
exactamente, o samuel já disse tudo. não tinha visto, mas é bom saber que há pessoas que dizem o que pensam


De samuel a 10 de Fevereiro de 2008 às 01:08
Como é um fenómeno que vai rareando entre nós (todos), é sempre bom ver uma pessoa com uma boca, dois ouvidos, dois olhos e um cérebro, a funcionarem decentemente.
Ah, e o coração também ajuda...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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