Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
Doutor Flores
Terça-feira, 30 Out, 2007
O Dr. Moita Flores é cada vez mais uma referência do país que somos. O tal Portugal de todos nós. Ele foi polícia da Judiciária, canta e dança nos spots promocionais da RTP, apresenta-se como criminologista, promove encontros entre Pedro Namora e Carlos Cruz, é professor, tem uma empresa de segurança e investigação privadas, escreve telenovelas, é autarca em Santarém, explica no Correio da Manhã o que aconteceu a Maddie e quem tem razão na Casa Pia, escreve manifestos políticos sobre a vida interna do PSD e faz flores regulares nas televisões nacionais. È assim uma espécie de Dr.Fernando Negrão, mas com queda para a música.

Tem uma vida cheia, activa e interventiva, este nosso compatriota. Eu fico feliz. O país precisa de gente assim, dinâmica e opinativa. More than meets the eye, é frase deste blogue. Neste caso, que mais atrás da moita se acoita é a questão. Porque ser ou não ser, no caso do Dr. Moita Flores, está à vista.

RVN


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Anónimo a 1 de Novembro de 2007 às 02:59
Se "um deus à beira da loucura" pode ficar, Daniel de Sá, não?


De Daniel de Sá a 31 de Outubro de 2007 às 15:15
Se o anónimo não for mosca ou barata, pode dormir descansado. Nem sequer formigas gosto de matar.


De Rui Vasco Neto a 31 de Outubro de 2007 às 10:29
anónimo:
tenho algumas dúvidas.
mas supondo que sim, como é que ele o (a) encontra?


De Anónimo a 31 de Outubro de 2007 às 09:53
ai, o Daniel de Sá, mata-me!!!!!


De Rui Vasco Neto a 30 de Outubro de 2007 às 23:28
Daniel,
Vejo o teu problema. Tens jeito para o drama, mas falta drama ao teu jeito, que assim não convence, se calhar.
Há que mamar fininho, meu amigo, ser amigo do caseiro para que nos dê a melhor palha na hora de retemperar forças, conhecer as outras vacas para gerir conflitos e interesses e manter os cornos afiados, que qualquer hora é hora para uma marradinha ou toque de vara, se necessário fôr.
Eu, Julie, sei bem do que falo. Ou não me chame Lucie.


De Daniel de Sá a 30 de Outubro de 2007 às 23:09
Ó Rui, mas não sabes que para essas coisas há assessores? Lembras-te da Corín Tellado? Eu nunca a li, mas a mulher tinha uma data de secretárias que lhe escreviam as novelas. Ela pouco mais inventava do que os nomes. Não era como eu, que uma vez comecei um conto de Natal com uma Julie que acabou em Lucie.


De Rui Vasco Neto a 30 de Outubro de 2007 às 22:07
mifá,
nem mais, amiga!
saudades suas, tenho marcado falta, setôra.
venha mais.

xico,
li de fininho.
ok

rvn


De xico fininho a 30 de Outubro de 2007 às 20:03
Há gente assim - nasce iluminada e de tudo sabe. Assim, de repente, mas muito de repente, poderia lembrar-me de mais dois ou três... ou mesmo sete....


De mifá a 30 de Outubro de 2007 às 17:29
É caso para se dizer que, dele, nunca se poderá dizer( ops, isto está a sair confuso!) ..." O Moita? olha, moita carrasco!...".


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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