Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007
Mau número.
Sexta-feira, 16 Nov, 2007
(SOL,16Nov)
«Governo cria número de identificação civil»

«As conservatórias receberam instruções para começar a atribuir um novo Número de Identificação Civil (NIC) a todas as crianças registadas a partir de 23 de Outubro. No entanto, esta pode ser uma forma de contornar a inconstitucionalidade de atribuir a cada português um número único.»




publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Daniel de Sá a 18 de Novembro de 2007 às 23:36
Mifá
Obrigado pelo elogio, mas lembre-se de que o VGM teve de respeitar a métrica e a rima, o que obrigou por vezes a bem cumprir o ditado italiano “traduttore, traditore”. O que até não foi o caso destes dois versos.


De mif� a 18 de Novembro de 2007 às 17:33
Ai Daniel, desculpe, desculpe.
Estou cada vez mais desastrada!
Juro que foi troca: eu prefiro a sua, a sua tradu�o. Prefiro MESMO, que eu n�o sou lambe-botas.


De mif� a 18 de Novembro de 2007 às 17:25
Daniel,
grazzie mille pelas tradu�es.
Outras
poder-se-ia encontrar.Mas, a do GRA�A Moura, sobretudo, parece-me excelente.
Quanto a "infernizar o Rui", suplico-lhe que me aliste nas suas hostes.


De Rui Vasco Neto a 18 de Novembro de 2007 às 16:25
daniel,
mafarrico, tens razão.
quanto à elvira vais desculpar mas eu cá tenho coisas a dizer sobre aquela prosa.
e como já vais sabendo sou o diabo para ficar calado com coisas a dizer...
resolve mas é o problema informático e 'bora lá terçar argumentos aspirínicos..


De Daniel de Sá a 18 de Novembro de 2007 às 16:19
Rui, quem foi que escreveu nos comentários ao Neruda "hasta quando,
gracias por la tradución. pero es que m'encanta el español de neruda.. es más cantante, no?"?
Deverias ter escrito:
"Hasta cuando,
gracias por la traducción. Pero es que me encanta el español de Neruda.. . Es más cantante ¿no?"
Não tens nada que agradecer. E deixa em paz Elvira, não te preocupes. Eu gosto muito daquela mulher, palavra de honra. É uma das minhas personagens preferidas.


De Rui Vasco Neto a 18 de Novembro de 2007 às 15:40
daniel,
cuando é que viste quando? e onde? e outra vez: porque não consigo eu deixar comentário na tua elvira moleira?


De Daniel de Sá a 18 de Novembro de 2007 às 14:34
Mifá
" libertà va cercando, ch`è si cara, come sa chi per lei vita rifiuta"
Quase imaculado este italiano. Àquele "sì" faltou o acento, só isso.
"Vai buscando a liberdade, que é tão cara,/ como sabe quem por ela recusa a vida." (Esta é a minha tradução.)
Na tradução do Vasco Graça Moura, que tentou rimar sempre e respeitar a métrica:
"Liberdade ele busca, que é tão cara,/ e sabe-o quem por ela a vida enjeita."
Não me deu trabalho nenhum. Por coincidência, tinha a Divina Comédia aqui na secretária, ao lado do computador.
Portanto, Mifá, prevaricadores foram os outros, como quem escreveu "quando" , em vez de "cuando", julgando que estava a escrever Castelhano. (Isto foi só para infernizar o Rui.")


De mifá a 18 de Novembro de 2007 às 03:01
ih, já vi que dei um fora!
É que só li o comentário do Daniel, depois...
Ele que me descurpe...


De Rui Vasco Neto a 18 de Novembro de 2007 às 02:54
daniel,
este é garantido?

mifá,
temos que ter uma palavrinha sobre as línguas para lá do Marvão...


De mifá a 18 de Novembro de 2007 às 02:00
" libertà va cercando, ch`è si cara, come sa chi per lei vita rifiuta"

Dante, Purgatorio, Canto I


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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