Sábado, 1 de Março de 2008
Bom dia. Hoje eu leio as notícias e deito contas à vida.
Sábado, 01 Mar, 2008
«O consumo exagerado de grelhados de carne é um factor de risco para o cancro do estômago, que mata em média oito portugueses por dia, alertou hoje um especialista num congresso em Almancil, Algarve. A par do aumento da ingestão de grelhados, o gastrenterologista David Marques, do Hospital dos Capuchos, Lisboa, observou que a manutenção do consumo de enchidos e carnes fumadas e o exagero no sal também são responsáveis pela forte incidência do carcinoma em Portugal.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De RM a 3 de Março de 2008 às 14:17
AGC, suponho que seja produtor de carnes seleccionadas, desses bifes sucolentos, provenientes de boas pastagens, não?
à parte disto, já era conhecida a questão dos enchidos e dos queijos, fonte da também famosa helictobacter piloris, mas eu desconhecia ainda a questão dos grelhados, lá se foram as churrascadas de domingo...:-(


De Alfredo Gago da Camara a 1 de Março de 2008 às 22:43
Eu naturalmente devo ser um fantasma. Pelo andar de carruagem, já devia ter moorido há uns 500 anos, pelo menos...
Ahhh... E devo ter contribuido para o falecimento de muita gente...


De Agripina a 1 de Março de 2008 às 20:44
Estou desmascarada, eu que sempre achei que este era o crime perfeito, que veneno na sopa deles é para principiantes...


De piedade a 1 de Março de 2008 às 18:42
Ora gaita !!!Acabamos de comer umas costeletas de novilho, churrascadas lá fóra pelo nosso Alfredo, daquelas grandes, suculentas, mal passadinhas , com batata frita às rodelas, uma saladinha de fruta, uns cafézinhos ... e agora ? Bolas ... bolas ... bolas (de berlim ainda marchavam !!!). Queres que mande uns ossinhos ao Gastão ??? Jocas


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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