Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007
Voando por um ninho
Quarta-feira, 19 Dez, 2007
«As duas primeiras mulheres que tentaram casar em Portugal e viram esta pretensão recusada vão «comprometer-se» a bordo de um avião da easyjet, durante um voo entre Lisboa e Madrid, Espanha, país onde as uniões homossexuais são legais. Luís Grave Rodrigues afirmou ter aconselhado as suas constituintes, Helena Paixão e Teresa Pires, a não participar nesta iniciativa por considerar preferível «contenção, serenidade e menos exposição mediática» enquanto esperam a decisão do Tribunal Constitucional.»


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Pearl a 21 de Dezembro de 2007 às 05:31
Escusado será o voto de felicidades à easyjet porque é óbvio que se sabe promover muito bem.


De mifá a 20 de Dezembro de 2007 às 00:38
Só mesmo com a cabeça nas nuvens para dar o nó...


De Rui Vasco Neto a 20 de Dezembro de 2007 às 00:13
t,
pois.


loucónimo,
eu não serei, por certo, que ainda estou pingando da tal banhoca.


sam,
cabeças no ar é subtil, na circunstância, mesmo sendo certo que o resto delas também foi.

quanto à pergunta séria a resposta é a condizer: não sei para quando, mas sei que não é a voar assim que se chega lá mais depressa.

digo eu...


De samuel a 19 de Dezembro de 2007 às 22:46
Sá se tinha percebido que as duas são umas "cabeças no ar"... mas isto não será um pouco exagerado?
Uma coisa é certa: estarão muito mais próximas da "fonte", tanto da bênção como do castigo...
Mais a sério... para quando o fim da "idade média"?


De Piedade a 19 de Dezembro de 2007 às 19:31
Porque será que elas querem casar? Não há nexexidade !!!


De A loucura da normalidade a 19 de Dezembro de 2007 às 19:17
É belo o voo de viver a vida do avesso!
Quem nunca se banhou nas águas deste sonho que atire a primeira pedra.


De teresa a 19 de Dezembro de 2007 às 18:49
Apetece dizer que quanto mais alto se sobe maior é a queda...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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