Quarta-feira, 16 de Julho de 2008
Acróstico
Quarta-feira, 16 Jul, 2008

O meu amigo Daniel de Sá tem às vezes cada uma que mais parecem duas. Ora vejam esta: «Obviamente que isto não é poesia, nem por sombras. a semelhança está na métrica e na rima, nada mais. No entanto, se estiveres de bom humor, até pode ser que lhe aches graça. se não estiveres, piorarás sensivelmente. Conta com isso. Trata-se de um acróstico que eu fiz para o Onésimo Almeida, por altura do seu quinquagésimo aniversário. (Escrevi por extenso para não te dar o trabalho de ler 50º.) O nome dele encontra-se juntando cada primeira letra de cada verso; o meu, pegando na primeira letra de cada último verso.» Junta-lhe o abraço do costume e pronto, toma lá acróstico para o Onésimo. Eu cá só faço anos em Setembro, é certo. Mas sempre quero ver se ele tem a lata de me oferecer umas míseras peúgas.

 

Em baixo: "Acróstico"
Sete vidas mais uma: Daniel de Sá

 
Orgia da palavra bem pensada,
Natureza total da humana essência,
Édipo da verdade desvendada,
Saber feito de si e da exp’riência,
Inimigo da vida sossegada,
Moldando (como quer sua ciência)
Os actos que o destino lhe destina.
– Desobedece à sorte, se é mofina.
 
Omitir-se não pode, que ao saber
Não convém fingimentos de ignorância.
Étimo remissivo do escrever
Sobre este amargo mar, nesta distância,
Inventa ou prova, até um incréu crer
Movido à fé por uma tal constância.
Os Açores são, pois, o imaginário
 –A que deu voz e corpo literário.
 
Onde haja um português que se aquebrante
Nas Índias do Ocidente, mundo imundo,
É dele que se espera que o levante,
Se do abismo até já soube o fundo,
Indo a Cascos de Rolha, num instante,
Mais longe, sendo o caso, que do Mundo,
Outro nenhum como ele sabe os cantos.
– Nenhum outro, sendo um, vale por tantos.
 
Ouçamos-lhe a palavra deleitosa,
Negando-se à vulgar monotonia.
Ética ou não, é sempre numerosa,
Salva-a, por mais que dure noite e dia,
Isso de ser tão sábia quão jocosa,
Menos dada à tristeza que à alegria.
Orgulho, talvez não, nem preconceito.
– Isto é como se quer um homem feito.
 
Obélix é, se a ele comparado,
(Na força o bom gaulês, ele no siso)
Ésquilo infante ainda; recém-nado
Salomão muito longe do juízo;
Ibsen p’la mãe ainda amamentado;
Malebranche de si só com seu viso;
Ouro a haver na retorta do alquimista.
– Esta a imagem possível do artista.
 
Ondas do mar de Vigo que chegaram,
Na língua portuguesa a Portugal,
É nelas que as palavras nunca param
Sulcando mar e mar, por bem e mal.
Imersos nessa glória se c’roaram,
Mundo outro construído a este igual:
Onde aqui foi a fé, lá é o templo.
– Louvemos o seu nome, mor exemplo.
 


publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Daniel de Sá a 16 de Julho de 2008 às 17:15
Ouve lá, ó Rui, e eu não diza noutra parte da mensagem que isto era apenas para te chatear a ti e não aos nossos leitores?
Portanto, meus caros amigos que aqui cheguem, se alguém quiser protestar que o faça contra o dono do blogue e do Gastão, e não contra mim.


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 02:02
Eu faço anos em Janeiro. Tem tempo, não se apresse que estas maravilhas fazem-se devagar. ( digo eu, que nada sei)


De Daniel de Sá a 17 de Julho de 2008 às 02:22
Sabemos que o improviso é mau presságio,
As letras não se juntam por acaso.
Como é fácil a música em adágio,
Inútil é correr em qualquer caso.

Janeiro é um bom mês para nascer,
Até talvez melhor para gerar,
No frio agasalhado de um amor.
Eu hei-de esp’rar então para escrever,
Indo às rimas que venham a calhar,
(Recorda-me o pedido, por favor)
O poema que não sei improvisar.


De Saci a 18 de Julho de 2008 às 01:33
Oh, Daniel muito, muito obrigada. O meu acróstico é lindissimo e tem expressões muito bonitas.

Fiquei realmente muito contente.

( Rui, roa-se de inveja ;-))


De Onésimo a 29 de Julho de 2008 às 22:15
Meu caro Daniel:
(Re)leio este acróstico e, se bem que não reconheça o tipo que descreves em traços generosamente avantajados, tenho de reconhecer que não poderei nunca negar alguns deles, até porque estou a ler-te em Helsínquia.
Um gratíssimo abraço do
onésimo


De sarrabal a 16 de Julho de 2008 às 20:21
Parabéns, Daniel de Sá! Quando a Poesia é escrita por verdadeiros Poetas, o resultado está à vista dos leitores. Tão bom que não perco um poema seu - desde sempre!

Agora para o Rui:

Estou atrapalhada e talvez me possa valer (e, quem sabe, o Daniel): desapareceu do meu Sarrabal o símbolo do contador, o sitemeter. Nunca tinha acontecido. O Sapo nada tem a ver com isto. Já enviei um email, mas não sei se resolverá alguma coisa.
Logo agora, que o blog está a fazer 1 ano (dia 23) e eu tinha preparado um post em que falava dos respectivos contadores! Azar! Ainda por cima, nem anotei o número de visitas nem de páginas lidas (para meu espanto alguns milhares)...
Que poderei fazer mais? Esperar?
Abraço da Sol (que nem sempre deixa comentários mas vem quase diariamente ler os posts).


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 01:24
minha querida e boa amiga:
Estou sem palavras perante tamanho infortúnio que deu em bater-lhe à porta! Que dizer, meu Deus, que dizer? Para já sejamos práticos: daqui ninguém sai até aparecer o sitemieter da minha amiga, isso é mais certo que a recuperação da Amy Winehouse ou até que a honestidade de Sócrates, José, posso garantir-lhe. Se for preciso põe-se tudo em pelota e o sitemieter nota-se logo, que não tem pelo. Há-de aparecer, eu não me chame Daniel.
Sabe a minha boa amiga que isto às vezes acontece, pode ter sido distracção, sabe como é, a gente vai a passar e pega num sitemieter qualquer a pensar que é o nosso, nem é por mal, afinal os sitemieters são como os chineses, todos parecidos... Mas pelo sim pelo não vou estar de olho aberto, mal veja um sitemieter zanzando por aí sem dono vou-me a ele (salvo seja) e informo-a sem demora, ou às autoridades competentes (vai ser o diabo para encontrar autoridades que sejam competentes nestes dias, mas por si tentarei tudo, prometo).
E não desanime, peço-lhe: temos sempre a Interpol ou, em último caso, 'As tardes de Júlia'.

Aceite um beijo, com carinho

rvn


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 01:52
Um caso para Moita Flores?


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 22:02
saci,
está bem pensado, sim senhora, talvez o sitemieter esteja na moita, sim, atrás das flores...
(vejo que a amiga tem costela detectiva)


De sarrabal a 17 de Julho de 2008 às 01:59
Pois é, no meio da minha preocupação, lá vem o Rui para me fazer rir! Felizmente, depois de uma alma caridosa do Sapo me ter ensinado como é que se entra em contacto com o SiteMeter (coisa difícil!), tenho o meu estimado contador de volta..Foi tiro e queda! Três emails para lá, outros três para cá, e pronto: assunto arrumado. Nem sequer telefonei à Júlia. Claro que me lembrei do Hernâni de Carvalho, mas nem deu tempo!
Abraço da Sol


De Católico bipolar a 17 de Julho de 2008 às 18:52
rvn

Demasiado "piadoso" politicamente para o meu gosto, não me passa despercebido o jeito miudinho que tem para dizer chalaças e brincar com as palavras. A descrição de como encontrar o tal de sitemieter está bem apanhada. Como sei que ninguém é perfeito aí fica o elogio. Se não exagerar e uma vez sem exemplo é claro.


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 19:40
Estimado Cábi,
Quem disser que não gosta de ver reconhecido em si algum talento, pelos 'outros' para quem trabalha, mente com todos os dentes e implantes, esquelética se fôr o caso. É excessiva esta piadez compulsiva, quiçá um nadita a martelo, em vezes como esta da placa e implantes? Talvez, concedo. Mas o 'compulsivo' diz tudo e explica a ausência de vontade de ser engraçado. E um olho clínico como o seu saberá que nem sempre tem graça, para o próprio, ser assim. Somos o que somos, quando e se nos permitimos ser. E às vezes, muitas vezes, sermos nós não tem graça nenhuma, acredite. Veja o que diz lá em cima, à esquerda, no cabeçalho deste blog: «Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.» Tenho cá para mim que o meu caro Cábi será católico e bipolar ou não, aceita-se a dúvida, mas tolo não é com certeza absoluta. Como sei que ninguém é perfeito aí fica o elogio. Piadoso, era fatal.

Foi um prazer, a cumbersa. A repetir.


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 01:57
Eu sugeria que fosse directamente ao site do sitemeter e fizesse o login. Terá acesso ao seu número de visitantes. Pode também voltar a colocar o sitemeter no blog, e para isso só tem que o inscrever de novo, com o mesmo login. Pode ser que não se percam os dados anteriores.


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 01:59
Correccção ao meu comentário lá em baixo. O seu sitemeter já lá está e é publico. Tem neste momento mais de 4 mil visitantes.

http://www.sitemeter.com/?a=stats&s=s20sarrabal


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 02:00
( afinal o meu comentário não estava lá em baixo, estava lá em cima. Este sapo troca-nos as voltas todas. Mas o seu sitemeter está lá com certeza)


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 22:14
saci, caríssima,
não a imaginava tão irrequieta, para baixo e para cima neste afobamento de cortar a suspiração. Credo, amiga! Dá gosto tamanha pujança e vigor juvenil! Se for sempre assim não tenho dúvidas: é o tipo de mulher por quem os homens perdem o sitemieter. Eu cá, pelo menos, era homem para perder o meu sitemieter por uma mulher assim..

aceite um ósculo.
bolas!!


De Saci a 18 de Julho de 2008 às 01:54
Rui, caríssimo

Essa minha agitação tem originado alguns dissabores na minha (longa, acredite) vida. È verdade, é verdade. E digo-lhe mais, caro amigo, na sua maioria os homens não me confiam o seu sitemeter assim por dá cá aquela palha. Vai-me valendo sitemeteres públicos, expostos na sua nudez para quem os quiser visitar.

Não é o seu caso. O seu sitemeter tem um segurança carrancudo à porta e barrou-me a entrada.

Retribuo-lhe o ósculo.
Bolas também.


De Samuel a 17 de Julho de 2008 às 01:27
Magnífico!
Claro que não substitui umas peúgas... mas parece-me o presente de sonho para qualquer pessoas que tenha um nadinha mais de apreço pelo espírito do que pela roupa interior.
A propósito, acróstico é uma pessoa que não acredita exactamente no quê?

Abraço


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 01:29
sam, provavelmente é uma pessoa que não acredita nos acros... ou será nos ácaros?


De Daniel de Sá a 17 de Julho de 2008 às 01:40
Samuel, é talvez uma pessoa que não acredita que, sendo-se obrigado a começar uma série de estrofes sempre com as mesmas letras, se consiga um poema de facto. Garanto-te que foi o meu caso a respeito desta brincadeira com o Onésimo. Mas se vocês gostaram... o Rui acabou por ter razão em publicar.


De Saci a 17 de Julho de 2008 às 02:07
Sim, Daniel, nós gostámos mas o Rui estava a fazer-se à prenda de anos dele.

Um acróstico e um pacotinho de chá da Gorreana.

E nem precisa de embrulhar.


De sarrabal a 17 de Julho de 2008 às 02:11
Saci:
"Conheço-a" aqui dos "gatos". Grata pela ajuda. Creio que foi mais ou menos o que fiz. Mas fiquei parva quando me diz que o meu contador é público. Não sabia! Eu que tive a preocupação de o querer bem escondido...Afinal! Ainda não tentei utilizar o método que me explica. Vou agora fazê-lo. Se tiver dificuldades peço-lhe ajuda, ok?
Saudações da Soledade Martinho Costa


De Rui Vasco Neto a 17 de Julho de 2008 às 02:08
Ganhei o hábito de poupar nos elogios ao Daniel, temo que a vaidade lhe estrague a melena descomposta que tanto nele aprecio. Mas não posso deixar passar este gógóstico que me ensinou o termo e a definição de acróstico (abençoado cada passo dado a fugir da ignorância, Deus que perdoe quem a confessa). E que, lido e relido, revela um mundo de referências em cada verso, portas que se abrem para outros mundos, histórias com história, cada uma delas.
Riquíssimo, este teu coisóstico. Peça de luxo da colecção que aqui guardas.


De sarrabal a 17 de Julho de 2008 às 02:35
Saci:
o contador já lá está, sim, como informo acima. O facto deveu-se a algumas rectificações de âmbito geral feitas pelo SiteMeter.
Agora: realmente, não consegui entrar como a Saci entrou. É certo que são quatro mil visitas em cerca de 6 meses. Nem sei se é muito, se é pouco.. Mas, como fez? É capaz de me explicar tim-tim por tim-tim? Eu em certas coisas ainda estou um pouco verde. Com que então, qualquer pessoa tem acesso? E eu a julgar que não...Mas fico à espera da sua informação. Se desejar, para não estar a ocupar espaço indevido aqui ao Rui, poderá fazê-lo (se, para tanto, tiver a disponibilidade e a gentileza) no meu Sarrabal. (Sarrabal..blogs.sapo.pt).
Estou francamente interessada em saber.
Grata e abraço da Sol


De Saci a 18 de Julho de 2008 às 01:59
Sol

Eu não sou especialista. Sou mais a versão aventureira. Na internet ( e na vida também) tento entrar em todo o lado. às vezes consigo, outras vezes não. Recentemente reparei que clicando no símbolo do sitemeter de alguns blogs que sou direccionada para a página do sitemeter desse blog. Fiquei tão surpreendida como a Sol. Mas isso deve ter a ver com as configurações, seguramente. Pois existem blogs que não se consegue entrar sem introduzir username e password.

Lamento se não a pude ajudar mais, mas a minha experiência na internet ( lá está, como na vida também) é muito empirica.

Beijinhos
Saci


De sarrabal a 18 de Julho de 2008 às 02:44
Saci:
Obrigada pela informação: Realmente, eu tinha o meu contador como «privado», sem hipótese de alguém lá entrar e fiquei espantada. Sim, parece-me que se trata de um problema de configuração. Como não sou ambiciosa, estou satisfeita com os resultados obtidos a nível de visitas e número de páginas lidas. Algumas visitas são mesmo diárias. Não comentam, mas vão lá.. Possivelmente, os outros blogs dirão o mesmo. Também não sei onde irá parar este link. Se calhar, aos «gatos do Rui»!
Beijinhos da Sol


De Saci a 18 de Julho de 2008 às 02:03
Em menos de 24h passei da fase de não saber o que era um acróstico ( confesso que procurava a definição no dicionário quando "mão amiga" me fez chegar o seu significad) para passar a ter um acróstico com o meu nick e mês de nascimento.

Desculpem, vou ali limpar a minha baba.


De Saci a 18 de Julho de 2008 às 02:06
OLha, respondi lá em cima e o comentário veio cá para baixo.

Bolas, bolinhas, pah.


De maya a 17 de Julho de 2008 às 02:26
A boa disposição impera por aqui. benzadeus eheheheh
Abraço-os a todos sendo um muito especial para o Daniel de Sá.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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