Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
Bom dia outra vez. A família viu e gostou muito. Afinal onde é que era o fogo, mesmo?
Sexta-feira, 01 Ago, 2008

«Numa declaração que abriu os noticiários das televisões, o Presidente da República disse que o Estatuto Político-Administrativo dos Açores tem "normas que suscitam sérias reservas de natureza político institucional", para além daquelas consideradas inconstitucionais na terça-feira pelo Tribunal Constitucional.»



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De AÇOREANA a 1 de Agosto de 2008 às 02:20
o fogo é e será sempre no Terreiro do Paço ... essa besta do marisco que vocês têm aí já nos lixou como 1º há uns anos e agora tá mostrando o seu lado ditador outra vez ...só que há uns anos o 1º de cá era o Mota Amaral .... agora os tomates são outros !


De Rui Vasco Neto a 1 de Agosto de 2008 às 14:59
açoreana,
besta do marisco? tomates? credo!


De Samuel a 1 de Agosto de 2008 às 10:13
Não me ocorre melhor classificação que a dada pelo presidente Carlos César: confuso e desproporcionado.
Isso não é bom... nem para os velhos desenhos à vista das saudosas e incontornáveis jarras do meu "ciclo preparatório", nem para solenes comunicações ao país.


De Rui Vasco Neto a 1 de Agosto de 2008 às 15:03
sam,
e que arrependido que eu estou de não ter ficado com a mesma idade que tinha quando andava no ciclo? estou tão arrependido...

(sam, estou na tua terra de residência na próxima semana; vamos ao Fialho ou conheces tasquita mais recatada onde se beba bem e coma melhor? ou versa-vicío? )


De Ibel a 1 de Agosto de 2008 às 14:33
Realmente, a montanha pariu um rato.


De Rui Vasco Neto a 1 de Agosto de 2008 às 15:05
ibel,
perdoará, mas acho muito pouco respeitoso falar assim da progenitora do nosso Presidente. Tsss tsss tsss...


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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