Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
Eu, Cabrolina?
Quarta-feira, 13 Ago, 2008

«A testemunha principal do processo Apito Dourado queixou-se ontem de ter sido agredida pelo empresário Francisco Rolo, quando este quis expulsá-la da estalagem, e que o mesmo tinha na sua posse uma arma. A GNR encontrou uma pistola de pequeno porte, ilegal, no apartamento ocupado pela mãe de Carolina Salgado. Como nem esta, nem Francisco Rolo (seu ex-namorado), assumiram ser proprietários da arma, a GNR constituiu ambos arguidos.


Carolina Salgado enfrenta, assim, mais um processo. Na sequência do livro "Eu, Carolina" e de queixas que lhe foram movidas por Pinto da Costa e outras pessoas visadas no livro, foi acusada pelo Ministério Público de cinco crimes de difamação simples e uma de difamação agravada. Foi ainda acusada de furto de objectos pertencentes a Pinto da Costa, e pronunciada por ofensas graves na forma tentada (ao médico Fernando Póvoas ) e incêndio (também na forma tentada, no escritório do presidente do FC Porto).»

 



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De artesaoocioso a 13 de Agosto de 2008 às 23:50
Boa noite
É areia de mais para a minha camioneta.
Naquele mundo nubloso todos os gatos são pardos.
Acho eu.
Cumprimentos


De Samuel a 14 de Agosto de 2008 às 00:49
E era desta grande figura da nossa literatura "desportiva" que tu querias dois exemplares há três posts atrás?!
Não será esticar um bocadinho o conceito de "alternância"?

Abraço



De Daniel de Sá a 15 de Agosto de 2008 às 02:30
Ó Samuel, mas a rapariga é escritora! Pois se até foi nessa condição que se identificou numa sessão do tribunal! Pode não ter escrito o livro, mas o Jorge Luís Borges também não escrevia os seus, e nem imaginas como eu o venero.


De Saci a 15 de Agosto de 2008 às 04:47
Às vezes o meu gato deita-se em cima do teclado e sem querer escreve umas coisas. Também tem a mania que é escritor. :-))


De Daniel de Sá a 16 de Agosto de 2008 às 03:09
Samuel, já há dias que não consigo deixar comentários no Cantigueiro. Quando vou registar, a "mãozinha" do rato nunca aparece, mas sim aquela coisa que parece um I grande.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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