Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008
Bom dia. Hoje confirma-se: a tia é gira mas é parvinha de todo.
Segunda-feira, 06 Out, 2008

«"Os EUA são o maior paradigma de bem no mundo", disse a candidata à vice-presidência durante um encontro de recolha de fundos no Colorado. "Mas o nosso rival parece considerar que somos tão imperfeitos que mantém contactos com terroristas que atacam o seu próprio país. Parece que um dos mais antigos apoiantes de Barack é um ex-terrorista americano que fazia parte de um grupo que lançou uma campanha de atentados contra o Capitólio e o Pentágono," acrescentou Palin.

As acusações da governadora que se apresentou há um mês como o "pitbull" de John McCain foram feitas com base num artigo do The New York Times onde se contava a história de um antigo activista americano que trabalhou com Obama na última década, numa instituição de caridade social. O homem em causa, Bill Ayers, é actualmente professor universitário do Ilinóis - estado por que Obama foi eleito senador - e foi membro do grupo Weather Underground nos anos 60 e 70 (ver perfil).

Este grupo de activistas da esquerda radical, formado no final dos anos 60, foi responsável por vários atentados à bomba no país, incluindo um ao Capitólio e outro ao Pentágono. Obama, que ainda era criança quando o grupo começou a sua actividade, trabalhou 20 anos mais tarde com Bill Ayers numa organização de caridade mas, segundo o NYT, não tinha com ele uma relação estreita e as suas actividades no passado terão mesmo sido criticadas pelo candidato à Casa Branca.»



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De não digo o nome que é feio a 6 de Outubro de 2008 às 13:46
É, a gaja é bem baixinha!
Deve ser de ter passado grande parte da sua vida na posição de decúbito, aonde, possivelmente, teria melhor proveito.


De Daniel de Sá a 6 de Outubro de 2008 às 15:51
Não sei se isso prova o nível "palinesco" se o desnível de grande parte dos eleitores americanos. Como nós por cá, diga-se a verdade.


De jv a 7 de Outubro de 2008 às 01:04
A mim faz-me uma grande confusão, como podem chegar a um nível (geral) tão baixo, os dirigentes máximos duma nação como os E U A.
Nós criticamos a nossa mediocridade política, mas seríamos intolerantes com os nossos políticos para atitudes semelhantes.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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