Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Olha, há mais!
Quinta-feira, 23 Out, 2008

«Achamos que somos fortes, muito fortes, que as contrariedades são empurrões. Achamos que nada nos tira o sorriso da cara, que esquecemos e nos regeneramos. Que não há dramas. Que tudo é como uma noite casual com um estranho sem nome, que vamos esquecer.  Mas há um dia em que acordamos e percebemos que estamos cheios de nódoas negras.»

(Filipa Martins, aqui)



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Pirate a 23 de Outubro de 2008 às 22:30
Quem é a moça com este registo de voz tão gostoso ao estilo de uma Joss Stone ?
Let's get "...out of here"...
Por estes dias de crise fartamo-nos de acordar cheios de nódoas negras...uns chamam-lhe subprime...


De manchanegra a 24 de Outubro de 2008 às 19:41
Pior quando estamos cheios de nódoas brancas!...


De neoblanc a 25 de Outubro de 2008 às 03:12
a tirar nódoas sou bastante eficaz (se seguir devidamente as instruções)!


De encardida mas fina a 26 de Outubro de 2008 às 01:27
Neoblanc

Só se for Gentil.


De salta pocinhas a 26 de Outubro de 2008 às 14:17
Nódoas negras ???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????? Porrada bem dada !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


De maria da esperança a 26 de Outubro de 2008 às 21:31
Mal empregadas as que caírem no chão!
(mas, pela demora, estão todas a cair no sítio certo!)


De a esperança nunca morre a 27 de Outubro de 2008 às 00:19
há-de ser sempre na mesma orelha !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


De Anónimo a 27 de Outubro de 2008 às 01:49
maria da esperança,

pelo seu linguajar já apanhou pontapé na pança!
foi-lhe assim remédio tão santo para a receita recomendar?



De susana a 28 de Outubro de 2008 às 14:23
perdendo a capacidade de nos regenerarmos o que nos restará? como é que aguentá isto? (isto das porradas da vida)
e a música... sublime


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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