Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Bom dia. Hoje o mundo faz sentido, mas pouco (II)
Sexta-feira, 07 Nov, 2008

Aqui explica porquê quem sabe da poda. Jardim de inverno? Não. É o inverno de Jardim.



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De jv a 7 de Novembro de 2008 às 22:40
Espantoso, o Presidente da Assembleia Regional da Madeira ter afirmado que sabia que a sua decisão de expulsar o deputado do PND era inconstitucional, por já ter contactado com constitucionalistas assim como um antigo Presidente da Assembleia da República seu amigo pessoal, que o informaram da sua inconstitucionalidade.
Mesmo assim considerou que « para grandes males, grandes remédios.»


De Rui Vasco Neto a 7 de Novembro de 2008 às 22:53
jv,
bem visto, caríssimo. Curiosamente eu cá estou em sintonia com o Dr. Miguel Mendonça nesse pormenor, também eu acho que para grandes males, grandes remédios. Por isso mesmo compreendo, aceito e louvo a coragem do deputado do PND na atitude que tomou. Só assim chegaria à ribalta da informação nacional qualquer acontecimento na Assembleia Regional que não interessasse à maioria PSD, a Jaime Ramos e/ou a Alberto João Jardim, não necessariamente por esta ordem, entenda-se. Pois para grandes males, seja: venham os grandes remédios.

(E pergunto a mim próprio, na impossibilidade de o fazer pessoalmente a Sua Excelência o senhor Presidente da República, o que será que quer dizer exactamente "restabelecer a normalidade democrática na Madeira". Não lhe parece uma boa pergunta, ou acaso o meu caro amigo sabe a resposta?)


De jv a 8 de Novembro de 2008 às 12:16
Infelizmente que sabemos a resposta.
Alguém continuará a ter os mesmos remédios que continuarão «normalmente» a serem servidos nas doses habituais.



De jv a 8 de Novembro de 2008 às 12:26
Nota: Esta coisa de inconstitucionalidades não se aplica à Madeira. Todos sabemos isto há muito tempo, já se tornou de tal maneira rotineiro que deixamos de estranhar .
No caso dos Açores, a coisa fia mais fininho, nem que para isso se tenha de fazer mais uma comunicação com pompa e circunstância ao país.


De Anónimo a 8 de Novembro de 2008 às 13:44
Querer comparar os Açores com a Madeira e Jardim com César, é mínimamemte rídiculo. E para os Açoreanos até pode ser ofensivo !!! Mas Cavaco também é ridiculo ... perder tempo com "minudências" Açoreanas quando tem um Jardim tão grande cheio de erva daninha !!!!


De Rui Vasco Neto a 9 de Novembro de 2008 às 05:35
zénónimo,
açoreanos e açoreanas? com 'e'?
porquê, já agora?


De zénónimo a 9 de Novembro de 2008 às 14:44
O "e" não tem qualquer ligação ao que estar a pensar. Lembro-me de ter havido aqui uma troca de ideias há tempos, por comutação com a FLA. Não é o meu caso, acredite ! Apenas acho mais bonito. Ora veja :
AÇOREANO - AÇORIANO
Não fica melhor lá o "e" ? Manias ... ou não ... ainda não estou bem convencido da maneira correcta de escrever. Olhe e acabei de verificar aqui a ortografia e de nehuma das formas dá erro. eheheh


De jv a 8 de Novembro de 2008 às 20:30
A discrepância de tratamento pelo Presidente da República em relação às Regiões Autónomas é gritante, embora não goste de nenhuma delas. Como os Açores têm um comportamento democrático que sabe respeitar as instituições, é mais fácil ao Presidente impor os seus pontos de vista aqui, com o alarido da comunicação social e a subserviência da oposição, especialmente agora depois das eleições, como o demonstra o caso do Estatuto, que na realidade não o retira qualquer poder, pois poderá sempre com coisa menos coisa dissolver o que quiser. Claro que isto na Madeira não chegaria a acontecer porque aí a «normalidade democrática» se rege por outros parâmetros que seriam no mínimo inconvenientes e muito incómodos para se agir sem evitar o confronto do qual resultaria a impunidade como tem acontecido até aqui.


De Rui Vasco Neto a 9 de Novembro de 2008 às 05:37
jv,
bem visto e melhor dito. O meu caro arrisca-se a ir a ministro, se continuar por aí. Faço votos que sim, ando falho de amigos no governo.
;-)


De zénónimo a 9 de Novembro de 2008 às 14:50
Pois jv, ainda bem que falou assim dos Açores. Mas, diga-me, já agora, qual é o medo do Cavaco em relação à Madeira ? Porque náo, aí sim, agir com a prepotência que lhe é característica ? Falta de tê-los no sítio certo ? Se calhar é como aquele que só bate quando sabe que não tem perigo de levar. Porque lá, sim, com estatuto ou sem estatuto, já devia ter sido tudo dissolvido.


De jv a 9 de Novembro de 2008 às 10:36
Caro amigo Rui.
Por uma pessoa sentir um pouco de sede, não se vai atirar para um poço...


De jv a 9 de Novembro de 2008 às 20:59
Caro Zenónimo.
Concordo consigo.
Aqui nos Açores respeita-se as instituições como em qualquer lugar onde a democracia funcione.
Na Madeira toda a gente sabe do seu défice democrático, pois os seus dirigentes o confirmam regularmente em acções concretas e especialmente através da sua conhecida verbalidade.
Ficaram sempre impunes e já perceberam que o continuarão a sê-lo, porque sabem que ninguém tem coragem de os confrontar.
Exemplo flagrantíssimo o caso mais recente, em que houve um golpe(efectivo) de estado, que coloca a região numa situação incrível de ilegalidade, com a suspensão(ainda em vigor) do funcionamento normal da sua Assembleia Regional, que é ignorado pura e simplemente pela Presidência da República, que se limita a dizer «que a normalidade democrática está reposta», quando toda a gente sabe que não está. Na realidade o deputado do PND foi «readmitido» , e isto basta para ser considerado que a normalidade esteja reposta, mas o facto de que a Assembleia Regional esteja suspensa da sua funcionalidade normal, foi incrivelmente ignorado. Claro que os dirigentes madeirenses se estão divertir com tudo isto, porque eles sabem que são impunes porque não há ninguém com coragem para agir em conformidade


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