Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
A doutora e o disparate
Quinta-feira, 13 Nov, 2008

Se não tivesse acabado de ver custava-me a acreditar, confesso. Acabo de ver e ouvir a Dra. Manuela Ferreira Leite dizer na televisão que “Não pode ser a comunicação social a seleccionar aquilo que transmite”, zangada por ter sido a 14ª notícia num alinhamento de telejornal e "à mesma hora que começava o Sporting-Benfica". Não há dúvida, para mim. Há momentos na vida de todos nós em que os cérebros paralisam toda a produção de inteligência, para lavagem das tubas ou coisa asssim. Foi o que aconteceu com a doutora, só pode, coitada. Muito trabalho, muita pressão, é no que dá. Chatice.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Comentários:
De Samuel a 13 de Novembro de 2008 às 20:31
Já ouvi muitas pessoas perderem grandes ocasiões para estarem caladas, mas esta... realmente!...


De Tiago Moreira Ramalho a 13 de Novembro de 2008 às 21:46
A senhora realmente meteu a pata na poça. Tem um grave problema de imagem e o que faz? Ataca o quarto poder. Estratégias...


De a propósito a 13 de Novembro de 2008 às 22:28
Quem sabe se não precisam de ser avaliados ...


De a.moura pinto a 14 de Novembro de 2008 às 01:16
E será com esta que o Pacheco hibernará...
É que o Pereira apenas lhe terá feito a referência à 14ª notícia, como é hábito fazer nas suas apuradas análises sobre o noticiário das estações públicas. E ela, Manuela, não se conteve com a conclusão, no fundo seu íntimo desejo...


De pnf a 14 de Novembro de 2008 às 10:15
É caso para perguntar se a Manela pensa que já chegamos à Madeira, ou quê?


De jv a 15 de Novembro de 2008 às 00:10
Mais espantoso, foi que na mesma entrevista, foi dito pela senhora que não apresentaria antes das próximas eleições, nenhuns dos projectos que pensa ser a melhor solução para o país, para não serem copiados pelo governo e que se vai manter calada até lá.
Incrível como alguém que pretende ter responsabilidades governativas coloca os seus interesses pessoais acima dos interesses do seu país


De Daniel a 15 de Novembro de 2008 às 14:51
Comportamento de cozinheiro, meu caro JV. Daqueles que não dão a receita a ninguém.


De jv a 16 de Novembro de 2008 às 00:11
Caro Daniel
Ao menos resta-nos a esperança que talvez não chegaremos a provar da tal receita.


Comentar post

Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
mais sobre mim
vidas passadas

Piu

Crónica do Brufen

Eu, pombinha.

Falando com o meu cão

Chove, eu sei, mas tenho ...

Maria da Solidariedade

Hum, daí o meu dói-dói...

Portugal sem acordo

Não fui eu que escrevi ma...

Um dos

Abençoados 94, Madiba!

Sôdade

Não vás as mar, Tòino... ...

Ofertas FNAC: pare, escut...

Reflexão de domingo, perg...

É preciso é calma, já se ...

Definição de sacrifício n...

A questão

E pronto, eis que descubr...

.......

Bom dia. Se bem me lembro...

O princípio do fim

E, de repente.

Um azar nunca vem só

Diz que é uma espécie de ...

Força na buzina!!

Bom dia. Hoje chove em Li...

Depois do homem que morde...

Bom dia. É hoje, é hoje!!...

Boga ou Beluga?

arquivos

Junho 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Abril 2010

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Restaurantes para fumadores
Consulte aqui a lista de restaurantes onde os fumadores também têm direito à vida.
sete vidas mais uma: Daniel de Sá
Um Nobel na Maia
Lagoa
Ribeira Grande
Vila Franca do Campo
Do Nordeste à Povoação
Dias de Melo, escritor livre
E se a Igreja se calasse?
O outro lado das tragédias
O meu Brasil português
A menina amarga (II)
A menina amarga (I)
Pelas cinzas de uma bandeira
O caso da Escola do Magistério
Uma confissão desdobrável
O gato e o rato
Contra a Inquisição
D.Diogo
Uma carta de Fradique Mendes
Acróstico
Monotonia
Maia (II)
Maia
Um nome acima de todos os nomes
Um palhaço de Deus
A ópera em Portugal - Conclusão (VIII)
A ópera em Portugal - Um novo estilo, Alfredo Keil (VII)
A ópera em Portugal - O Teatro de S.Carlos (VI)
A ópera em Portugal - Os Intérpretes: Luísa Todi e os Irmãos Andrade (V)
A ópera em Portugal - Marcos Portugal: vida e obra (IV)
A ópera em Portugal - Primeiros tempos / o triunfo (III)
A ópera em Portugal - Introdução da ópera em Portugal (II)
A ópera em Portugal - As origens da ópera (I)
Dois sonetos à maneira de Natália Correia
Duas garrafas de Macieira
As esponjas das lágrimas
Lição de Português
500 000 soldados
Depois do portão da casa
Auto da Mazurca
Auto da Barca de Bruxelas
Malino
Romance da Bicha-Fera
A Casa
Tremor de terra, temor do céu.
Cântico da mãe escrava ao filho morto
Passos Perdidos
A Lenda dos Reis
Daniel de Sá
Um sítio chamado Aqui
O protesto do burrinho
Sete vidas mais uma: Soledade Martinho Costa
Poema renascido
Sete vidas mais uma: Pedro Bicudo
RTP, Açores
As vidas dos outros
subscrever feeds
Sete vidas, sete notas