Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
Elegâncias e injustiças
Quinta-feira, 04 Dez, 2008

«Sócrates é o sexto homem mais elegante de 2008», apurou o jornal 'El Mundo" numa eleição deveras surpreendente. Num suplemento especial, publicado este fim-de-semana, o jornal descreve Sócrates como o “vizinho elegante” que faz jogging todas as manhãs e veste fatos Armani. Quanto ao perfil, o nosso primeiro-ministro é caracterizado como “jovem, dinâmico e seguro de si mesmo”, apesar do El Mundo reconhecer que há também "os que dizem que ele é arrogante e irritável”, não tão poucos como tudo isso.

 

É assim sexto o nosso primeiro, nesta votação. Sendo que, para o "El Mundo", o homem não espanhol mais elegante é o estilista Karl Lagerfeld, o tenista Roger Federer é segundo e o futuro presidente norte-americano, Barack Obama, fica num honroso terceiro lugar nesta eleição. Ainda com Brad Pitt e um príncipe norueguês à sua frente, Sócrates deve sentir-se satisfeito por bater em elegância nomes como Jude Law, o Príncipe Carlos ou até o presidente francês Sarkozy. Há que referir no entanto, a bem da verdade, que o "El Mundo" terá falhado ao não incluir o meu próprio nome na lista das escolhas possíveis, o que compromete irremediavelmente a credibilidade desta votação. E também o resultado final, claro, naturalmente injusto nestas circunstâncias.

 



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De artesaoocioso a 4 de Dezembro de 2008 às 21:46
Temos que ser bons nalguma coisa.
D. Carlos exagerava quando dizia (dizem que dizia) que Portugal era uma choldra.
Pelo menos, Sócrates veste bem.
Cumprimentos


De Daniel a 5 de Dezembro de 2008 às 02:20
"Temos que ser bons", dizes tu, Samuel. Também fazes parte da lista?


De Daniel a 5 de Dezembro de 2008 às 02:21
Ó ocioso, desculpa lá, troquei o recado. Aliás, troquei os nomes. É da hora tardia.


De Samuel a 5 de Dezembro de 2008 às 00:43
Os espanhóis já não precisam de nos atacar... ora nos "compram", ora gozam connosco.


De Daniel a 5 de Dezembro de 2008 às 02:23
Tu e o Rui fartam-se de gozar "connosco", por que não deveriam fazê-lo os espanhóis?


De pierre cardina a 5 de Dezembro de 2008 às 21:32
Olha, se ele não sabe que os espanhóis são dos mal vestidos da Europa ainda vai acreditar e dar-se ares de Versace ( não é que já não tenha alguns! ...)


De MFerrer a 5 de Dezembro de 2008 às 22:30
ÚLTIMA HORA:
COMUNICADO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
21:00h, 5 de Dezembro de 2008

1 – Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
2 – Os sindicatos, neste processo, não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o ME dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
3 – O ME, mantendo a abertura de sempre, respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
4 – Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.

Mário Nogueira, dadas as suas declarações nos telejornais d ehoje à noite, é um mentiroso compulsivo e não pode ser um parceiro fiável para nada!
MFerrer


De esse estafeta deve é estar estafado! a 5 de Dezembro de 2008 às 23:46
" abertura de sempre"?
Mas onde raio está a abertura se já houve ( finalmente!) o reconhecimento de que a "coisa" afinal não está bem feita, é lacunar, desajustada, inexequível e, não obstante, se persiste em mantê-la e impô-la?!
Se isto é abertura, alguém me diz o que é "casmurrice"?


De Daniel a 6 de Dezembro de 2008 às 16:41
Casmurrice é isso mesmo! É ter a porta fechada e teimar que está aberta.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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