Sábado, 28 de Março de 2009
Havemos de ir a Viana
Sábado, 28 Mar, 2009

Vem de Viana do Castelo a primeira proposta concreta, sustentada, ponderada, razoável e exequível que eu vejo em cima da mesa, de há muito tempo para cá, para resolver um problema específico da educação em Portugal. Um que é ponto de partida para muitos outros problemas que têm registo visível em situações aparentemente não relacionadas com aquilo que visa especificamente esta proposta de Luís Braga, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque e autor do texto a que chamou 'Petição pela responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar'. Em dois dias, recolheu cerca de 500 assinaturas, sendo que o objectivo é reunir quatro mil para «obrigar» a Assembleia da República a discutir a questão em plenário. «Na prática, o que defendo é que os encarregados de educação têm de ser responsabilizados pela educação ou não educação dos alunos», disse o docente. «Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes». Não posso concordar mais. É agindo sobre as famílias do presente que podemos mudar alguma coisa nas famílias do futuro, e por elas o país. Havemos de conseguir, tenho fé.  



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De jv a 28 de Março de 2009 às 19:06
Se tivermos que utilizar métodos mais convincentes, pois que assim seja.


De Ó meu amor d'algum dia a 28 de Março de 2009 às 20:29
Se o meu sangue não me engana,
Como engana a fantasia,

Isto é tudo resultado de um 25 de Abril mal parido. A falta de educação vem desde o Presidente da Republica até aos alunos mal comportados. Não há limpeza, não há honestidade, não há educação, não há respeito por nada nem por ninguém. Esta País é bom, o povo é que é uma merda !!! Tenho quase 6o anos e vivi no tempo de Salazar e Marcelo Caetano. Depois fui Socialista (e sou) mais para defender os outros do que a mim. Agora acho que fui burra. Antes era melhor. A guerra do Ultramar foi a única coisa que, hoje em dia, dou graças por ter acabado. O resto ... era melhor antes e a mim não me prejudicava, nem prejudicaria os meus filhos e netos. Para quê lutar, então ? Para ver os meus a afundarem-se na democracia de bosta que este País nos dá ? Não, obrigada. Estou desiludida e com a esperança completamente perdida.
Cantemos então, todos, a Trova do Vento Que Passa, que está mais actual do que nunca ! E, juro, se houver agora uma revolução, eu vou na frente com os dois punhos erguidos contra a promiscuidade destes políticos pirosos e novos ricos que comandam este País.



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