Sábado, 25 de Abril de 2009
Hoje é o dia da liberdade
Sábado, 25 Abr, 2009

E eu escolho não escrever sobre ela.

Vou antes investigar, descobrir, provar, saborear, saber como é para contar como foi.

 

Já.



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Liberdade em tragédia existencial a 25 de Abril de 2009 às 17:30
dor concreta: o poema está feito e ... tudo vai cor-de-rosa. Talvez a Liberdade não esteja ainda feita!


De liberdade em estado de sítio a 25 de Abril de 2009 às 19:48
Ou seja: vais ser escravo para saberes o que é ser livre.

( ó diacho, mas não é sempre assim?! )


De anónimo a 25 de Abril de 2009 às 19:58
Talvez sem querer (???) escreveste sobre ela. Sem ela, nem escrever podias.


De jv a 25 de Abril de 2009 às 20:18
A liberdade só é verdadeiramente notada, na sua ausência


De sinhã a 26 de Abril de 2009 às 10:39
isso é viverdade. e é bem. :-)


De Daniel a 27 de Abril de 2009 às 23:14
Conta-nos como foi, Rui. É que isto está quase sendo assunto de memória.


De Raposa a 30 de Abril de 2009 às 16:04
Parabéns por um ano de blog no Sapo.

Há sinais que não podemos deixar de lhes dar a devida atenção.

Boa sorte para o próximo ano.

Beijo


De Daniel a 1 de Maio de 2009 às 02:45
Ainda não a encontraste (a liberdade)?


De jv a 1 de Maio de 2009 às 20:08
Daniel, conheces muita gente que a tenha verdadeiramente encontrado?
Podemos muito bem ter de esperar toda uma vida.


De "E pur se muove" a 3 de Maio de 2009 às 23:29
A palavra será faca
O sentido será lume
A imagem será chama
Mas a matéria é o lume.

Lume dos nervos riscados
Pelo fósforo do medo
Lume dos dentes cerrados
Pela goma do segredo.

Lume das faces de cera
Lume dos dedos de cal
Lume golpe lume pedra
Lume silêncio metal.

Lume que se acende a frio
E nos devora por dentro
Lume agulha lume fio
Da faca do pensamento.

Lume navalha que rasga
O ventre da solidão
Vingança de quem se gasta
Queimando frases em vão.

Lume lembrança das coisas
Que nos arderam na voz
Cinza viva que nos corta
E nos separa de nós.

(Jose Carlos Ary dos Santos)


De Dylan a 16 de Junho de 2009 às 01:16
"Lembrar Abril"

Nesta altura do ano surgem sempre os detractores da Revolução de Abril - uma espécie de saudosistas do Estado Novo - pois "antigamente é que era bom", dizem eles. Como se 40 anos de obscurantismo não tivessem atrasado irremediavelmente o País e a Pide fosse uma qualquer organização sócio-cultural! Esta nostalgia serôdia dá náuseas e piora quando falam com desdém do "excesso de liberdade" e da democracia.

Mas será que esta gente não se lembra do que acontecia no tempo do pseudo-estadista? A colagem ao fascismo, as repressões políticas e públicas com a vergonhosa conivência da igreja católica, a censura literária, a educação baseada num nacionalismo bafiento, da interminável Guerra do Ultramar e do obsessivo colonialismo.

Actualmente parece que entramos num processo de regressão pois inauguram-se ruelas com nomes de ditadores existindo também regiões do País que ignoram a data. Convém explicar às gerações futuras que a História não pode voltar a repetir-se e que a morte de homens como Humberto Delgado não pode ter sido em vão.



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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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