Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Ainda a grande martelada do senhor doutor juiz Gouveia de Barros
Sexta-feira, 29 Mai, 2009

«Os pequenos fragmentos da nova vida de Sandra mostrados pela televisão aterrorizam. A família bebe às claras. A casa está desarrumada. De um quarto de criança com papel de parede cor-de-rosa e Barbie, a Sandra foi transferida para cima de um forno: o colchão não tem lençol e a cortina está pendurada num fio metálico», escreve a jornalista Iúlia Kalinina.

 

«Sandra habituar-se-á de qualquer forma à nova família. Aprenderá a comer sopa, a dizer palavrões e a fazer as necessidades numa retrete de tábuas, tapando o nariz com os dedos. Depois começará a beber com a mãe para fazer companhia. Nada de horrível, pois, na Rússia, milhões de crianças vivem com os pais alcoólicos, levam murros e dormem em tarimbas. Mas crescem russos, nossos, e não uns portugueses quaisquer».



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Raposa a 29 de Maio de 2009 às 14:27
Pelo que já li e ouvi o juíz baseou a sua decisão em relatórios da segurança social. Aparentemente a segurança social achou que a mãe biológica tem condições psiquicas e sociais para criar a pequena. Desconheço em que é que a Segurança Social se baseou para chegar a estas conclusões.

A mim, simples cidadã que faz os seus descontos para a SS, que não percebo nada de leis, nem de crianças, que nem sequer simpatizo muito com qualquer dos intervenientes da história, dá-me ideia que o processo foi muito mal conduzido de inicio e que foi conveniente despachar um problema.


De zoe a 31 de Maio de 2009 às 10:24
bom dia sr rui vasco neto

Ainda há muito pouco tempo __quando entusiasmada pelo facto de ter sido escolhida para fazer parte de um jurado__, me alertou para o facto de a barra dos tribunais ser o único sítio onde se deve procurar justiça, só a lei. De facto, no caso da menina russa, cumpriu-se a lei e agora assistimos impotentes à miséria e maus tratos para onde a menina foi lançada. tudo de acordo com a lei-
zoe
P.S. Até a cadelinha Lúcia que dormia com a menina, já está presa por uma corrente


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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