Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
Bom dia. Hoje é um presente.
Quarta-feira, 15 Jun, 2011

«Desembrulha, rasga, cheira, sente, adora o presente que tens e faz dele a melhor prenda que a vida te pode dar... O passado é o nosso porto seguro, mas é para ficar fechado em ti tal como um livro que conheces de cor, livro esse de que os conhecidos levam apenas o título, os amigos a sinopse, e os desconhecidos fazem dele uma revista inventada ...

O futuro nem falo, pode nem existir...» 

Joana Matilde Miranda ( Ciganinha) 



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Anónimo a 15 de Junho de 2011 às 19:08
Now, just do it ! With a "V".
Faz do presente a melhor prenda que a vida te pode dar!
P


De Rui Vasco Neto a 15 de Junho de 2011 às 20:02
P,
obrigado pelo V...
já tinha CD, DVD e LCD...
nunca quis LSD...
não sou do PSD, CDS, PS ou PCP...
sou mais 'logo se vê', percebes P?
mas não tinha um V, nem sei porquê...
agora que o tenho talvez o dê..
ou talvez não dê...
logo se vê..
mas obrigado P.
foste OK.


De Gaivota a 15 de Junho de 2011 às 21:15
Só tens que ser V. E até sabes como. Basta seres!
P


De Pirate a 16 de Junho de 2011 às 00:35
Wise words...
Caro Vasco, essa alma carioca surpreendeu-me à bessa :-) . Viagem deliciosa ao passado no post anterior.
So am I...ligado ao Brasil. Coincidências...
Às vezes custa-me a acreditar que haja vida para além dos trópicos...
Saravá !


De Rui Vasco Neto a 28 de Junho de 2011 às 15:11
querido amigo,
aqui está no fundo ium bom exemplo daquelas coisas que farão parte da tal conversa que se impõe que aconteça o mais brevemente possível, para que possamos pôr a escrita em dia. Temos que nos encontrar, definitivamente, e actualizar de uma vez por todas a quantidade de informação relativa a trinta anos de ausência das vidas um do outro...
é só marcar, vontade não falta, como vês.
para já fica aquele abraço, nunca desactualizado

do

rvn


De Laura Ramos a 28 de Junho de 2011 às 02:15
Estou a ler... ou seja, a ver se "apanho" o nervo deste blogue (catch me if you can). Do melhor, RVN!


De Rui Vasco Neto a 28 de Junho de 2011 às 18:00
Laura,
um duplo prazer, é o que me oferece esta sua visita à descoberta da minha alegre casinha tão modesta como eu.
Primeiro a sua presença, propriamente dita, para mais assumidamente virada para 'apanhar o nervo' (uma bela expressão, a propósito, com uma só réplica possível: sou eu quem lhe diz catch me if you can, claro.:-) o que é sempre agradável para quem (se) expõe.
E depois esta impressão com que fico de que terá talvez descoberto algo que de alguma forma lhe agradou, quer pelas suas palavras quer pela duração da sua visita, o que como sabe é a grande ovação para quem escreve por amor à palavra, independentemente de qualquer outro objectivo prático a que esteja sujeito. Só por isso lhe ficaria sinceramente grato.
Mas tem mais, e melhor: palmadinhas nas costas à parte (sou visceralmente avesso ao unto, confesso, e totalmente desprovido de vocação para fretes) o facto de ser alguém com as suas características e perfil de escrita torna a empatia ainda mais saborosa... Pois, convém não esquecer que eu já a tinha descoberto a si há mais tempo, certo?
Em resumo, tal como disse lá atrás foi de facto um duplo prazer, para mais inesperado, esta sua visita. Por isso sinta-se livre para repetir a gracinha sempre que lhe aprouver, a casa é sua, acredite. Para o que quiser.
Aceite os meus cumprimentos

rvn





De Laura Ramos a 28 de Junho de 2011 às 18:26
Quanto a fretes. estamos sintonizados! Abomino a subserviência bajuladora, tanto quanto detesto o seu oposto, a falta de educação. E fiquei freguesa da sua casa (confessando até uma gracinha adicional, que foi fazer 'link' do blogue no meu FB... espero que não se zangue!)


De Rui Vasco Neto a 28 de Junho de 2011 às 19:50
Nem pensar, também estou velho para zangas.
Já sabe, disponha.


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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