Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
Bom dia. Hoje a coisa está feia.
Segunda-feira, 11 Jul, 2011

Pânico nas bolsas leva PSI20 a afundar mais de 4 %. É o maior 'sell'off' em Lisboa desde Maio de 2010. Os títulos da banca são os mais castigados. O BCP derrapa 7%. Lisboa protagoniza o pior desempenho na Europa, num dia de fortes quedas.



publicado por Rui Vasco Neto
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Comentários:
De Esqueçmos as coisas feias... a 11 de Julho de 2011 às 15:30
Bom diaaaaaaa!!! :)
beijocas


De Alfredo Gago da Câmara a 12 de Julho de 2011 às 00:13
Que saudades tenho dos centavos, dos reis. Melhor: da troca de produtos regionais sem inspecções, da oferta do peixe fresco em canastras, das cracas , lapas, cavacos. Do pão quente que vinha sempre dentro do mesmo saco de linho branco e do vinho de cheiro directo que jorrava da pipa para acompanhar chicharros frescos que vinham do mar sem passar pela lota. Do porco caseiro que era medido pela altura do toucinho e do leite em bilhas despejado numa garrafa de dois litros que era reutilizada todos os dias. Não era necessário fazer reciclagem. Quem me dera ter ainda uma estrumeira com estes resíduos para fazer um pacotinho com um pouco do seu conteúdo e envia-lo à Moody's para que eles pudessem comer merda com sabor a caviar e enfiar os valores da bolsa no olho do cú. (desculpa, excedi-me)
Abraço


De Pirate a 12 de Julho de 2011 às 17:01
As "postas" sobre a realidade deixam o auditório cada vez mais deprimido. Tá na hora de postar optimismo...
Se é que ainda há "room 4 optimism" nesta OPL.
O Gastão por exemplo, tá.se liralemente a C**** para o PSI20...E não que ele até tem a sua razão canina ? :-)


De Pirate a 12 de Julho de 2011 às 17:02
literalmente pois claro ;-)


De assobio a 12 de Julho de 2011 às 19:43
Era suposto estar apavorada, mas como não bato bem da tola, estou conteeeente. Isto precisa bater mesmo, mesmo, no fundo a ver se com o impacto da pancada volta a "subir". Esta "civilização" está moribunda e, cos diabos, nunca mais morre?!
A propósito,quantas pessoas terão morrido ou irão morrer no próximo telejornal? É que da última vez que caí na asneira de o ver, há 2 ou 3 dias, morreram umas 6 ou 7 pessoas: queimadas, homicidadas, suicidadas, acaloradas, enregeladas, enchuvadas, enguerreadas, atentatadas.... eu sei lá, havia para todos os gostos!
Na, na, isto há-de haver, por força, quem porfie em manter os homídeos descrentes, desalentados, apavorados, em suma, de cerviz bem vergada. Não há melhor momento para se inventarem messias e para se pegar nas rédeas de um gado bem domado.
Por isso, eu assobio (assobiar ainda assobio, reproduzir a respectiva onomatopeia é que não).


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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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