Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Era menos, menos...
Quinta-feira, 28 Jul, 2011

«Passos empenhado num "acordo de médio prazo" com parceiros sociais» 

É o mal dos títulos longos, sempre achei. Bastava «Passos empenhado» e teríamos finalmente um primeiro ministro com quem o povo se identificava na perfeição. Assim...pfff.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Comentários:
De sinhã a 28 de Julho de 2011 às 14:21
curto e grosso é o povo.:-)


De sarrabal a 28 de Julho de 2011 às 19:59
Rui, não venho comentar o post, embora ache muita piada (que fazer, a não ser rir ou sorrir da desgraça?). Venho dizer-lhe que respondi (finalmente!) às 10 perguntas sobre literatura. Uma vez mais, grata pelo convite. Está lá, no Sarrabal.

O Luís Miguel já chegou a Luanda.

Abraço da Sol


De Alfredo Gago da Câmara a 28 de Julho de 2011 às 23:55
Também ficava giro assim: Passos empenhado num "empenhoramento" com parceiros sociais.


De a par e passo a 29 de Julho de 2011 às 16:27
Pois, de facto podia ter poupado passos, mas há quem goste de se cansar...


De Anónimo a 30 de Julho de 2011 às 20:23
A frase faz todo o sentido. Excepto para quem não faz nada na vida.


De xi. (ménes) a 30 de Julho de 2011 às 21:49
"É o mal dos títulos longos, sempre achei. Bastava «Passos empenhado» e teríamos finalmente um primeiro ministro com quem o povo se identificava na perfeição. Assim...pfff."

Rui, tu és o (MÁ)-XIMO!!!





De Rui Vasco Neto a 30 de Julho de 2011 às 22:47
caríssimos,
vamo por partes, como habitualmente:

sinha,
nem mais; povo forever e mainada.

sol,
grande notícia, essa do Luis Miguel, espero que a sorte o acompanhe nesta viagem decisiva, estaremos todos a torcer por ele, como sabe, minha amiga.
quanto ao inquérito já li as respostas e gostei particularmente da declaração de intenções que faz como introdução... e que diz muito de si.
aceite um beijo, querida amiga.

fredo,
empenhoramento, portanto... és o máióre, fredinho!
ora toma lá 1 abraço cá do je.

cara nónima,
pois, pois... se calhar tem tudo a ver, deve ter, sem dúvida, eu é que não vejo o quê, mas isso sou eu que sou assim, em vez de ser assado... seja como for gostei muito da sua resposta, muito muito, e sobretudo desse extraordinário sentido de humor que a menina revelou em tão poucas palavrinhas.
amazing, no doubt...

caro ménes,
xi patrão!! não mereço tanto, naturalmente... são os seus olhos, claro, mas agradeço-lhe na mesma o piropo... e bolte sempre, viu?

caríssimos,
gadinho a todos e sigamos em frente, que prá frente é que é Lisboa.

rvn




De passo a passo a 31 de Julho de 2011 às 00:51
Não está certo, não!Só eu é que não mereci um comentário do anfitrião ao meu comentário! Eu explico: passos, o prime, podia ter poupado passos(= passadas, metáfora de palavras).
( eu sabia que o preço da inteligência é a solidão,chuif...)
Amuei e demito-me.


De a um passo de te apanhar(metaforicamente a 31 de Julho de 2011 às 02:21
O churrasco estava bem ou mal passado? Não deste nem um mau passo, nem um unzinho sequer? - daqueles maus passinhos de calçada ou de Dona Beija, hein?
( eu sabia que o preço da falta da confissão de um bom mau passo é a solidão,chuif...)
Amuei e demito-me e estou a um passo de, por ti, 'passo a passo' quebrar os meus votos de celibatário



De não passo a palavra a 1 de Agosto de 2011 às 01:18
Ó tu pseudamente bem informado

Por partes.Foi mais que churrasco:houve matança (não vou dizer se de que ou de quem, nem se em sentido real ou figurado) e houve talhadas de melão, damascos e pão de ló molhado em malvasia (ou terá sido no piquenique do sr Verde?!)
Adiante,os meus passos nunnnnnnnnnnca me levam à aludida banheira colectiva. É mais exigente, a minha pele e mais amplos os meus horizontes natatórios.
Também convém não confundir maus passos com passos maus, okeizinho?
E, vê se não te passas com essa de quebrar os votos.
Fica quedo, rapaz.Tu não te desgraces mais, tou avisando!



Comentar post

Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
mais sobre mim
vidas passadas

Piu

Crónica do Brufen

Eu, pombinha.

Falando com o meu cão

Chove, eu sei, mas tenho ...

Maria da Solidariedade

Hum, daí o meu dói-dói...

Portugal sem acordo

Não fui eu que escrevi ma...

Um dos

Abençoados 94, Madiba!

Sôdade

Não vás as mar, Tòino... ...

Ofertas FNAC: pare, escut...

Reflexão de domingo, perg...

É preciso é calma, já se ...

Definição de sacrifício n...

A questão

E pronto, eis que descubr...

.......

Bom dia. Se bem me lembro...

O princípio do fim

E, de repente.

Um azar nunca vem só

Diz que é uma espécie de ...

Força na buzina!!

Bom dia. Hoje chove em Li...

Depois do homem que morde...

Bom dia. É hoje, é hoje!!...

Boga ou Beluga?

arquivos

Junho 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Abril 2010

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Restaurantes para fumadores
Consulte aqui a lista de restaurantes onde os fumadores também têm direito à vida.
sete vidas mais uma: Daniel de Sá
Um Nobel na Maia
Lagoa
Ribeira Grande
Vila Franca do Campo
Do Nordeste à Povoação
Dias de Melo, escritor livre
E se a Igreja se calasse?
O outro lado das tragédias
O meu Brasil português
A menina amarga (II)
A menina amarga (I)
Pelas cinzas de uma bandeira
O caso da Escola do Magistério
Uma confissão desdobrável
O gato e o rato
Contra a Inquisição
D.Diogo
Uma carta de Fradique Mendes
Acróstico
Monotonia
Maia (II)
Maia
Um nome acima de todos os nomes
Um palhaço de Deus
A ópera em Portugal - Conclusão (VIII)
A ópera em Portugal - Um novo estilo, Alfredo Keil (VII)
A ópera em Portugal - O Teatro de S.Carlos (VI)
A ópera em Portugal - Os Intérpretes: Luísa Todi e os Irmãos Andrade (V)
A ópera em Portugal - Marcos Portugal: vida e obra (IV)
A ópera em Portugal - Primeiros tempos / o triunfo (III)
A ópera em Portugal - Introdução da ópera em Portugal (II)
A ópera em Portugal - As origens da ópera (I)
Dois sonetos à maneira de Natália Correia
Duas garrafas de Macieira
As esponjas das lágrimas
Lição de Português
500 000 soldados
Depois do portão da casa
Auto da Mazurca
Auto da Barca de Bruxelas
Malino
Romance da Bicha-Fera
A Casa
Tremor de terra, temor do céu.
Cântico da mãe escrava ao filho morto
Passos Perdidos
A Lenda dos Reis
Daniel de Sá
Um sítio chamado Aqui
O protesto do burrinho
Sete vidas mais uma: Soledade Martinho Costa
Poema renascido
Sete vidas mais uma: Pedro Bicudo
RTP, Açores
As vidas dos outros
subscrever feeds
Sete vidas, sete notas