Domingo, 21 de Dezembro de 2008
Uns versitos ranhosos
Domingo, 21 Dez, 2008

Esta noite eu chorei prata,
por mim, horas a fio...
pingou-me tanta tristeza,
doeu-me tanto o vazio,
que quando o luar mostrou
o lago das dores pingadas
até a Lua chorou
lágrimas prateadas.
 
Esta noite eu chorei ouro,
também, sozinho à mesa…
às vezes penso que choro
só para animar a tristeza!
 
E agora eu continuava
rimava, poetizava,
e no embalo da poesia
já quase que não doía
agora, daqui a pouco,
já quase que era nada
esta tristeza que mata
e me faz chorar, não prata,
mas as lágrimas que tenho:
por dores do meu tamanho
esta noite eu chorei ranho.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (27)

Sábado, 20 de Dezembro de 2008
Estou assim:
Sábado, 20 Dez, 2008

 

 

 

        

      ...de choco.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (3)

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008
Foi pena descobrir-se tão tarde...
Quarta-feira, 17 Dez, 2008

 

 

 

... mas Bush podia estar definitivamente

a salvo deste tipo de ataques,

mesmo estando totalmente

rodeado de muçulmanos,

se tudo se passasse

dentro de uma mesquita.

Ninguém lhe atirava sapatos.

Garantido.

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Oh, que porra!
Segunda-feira, 15 Dez, 2008

«Sócrates avisa que 2009 será um ano difícil»



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (3)

Brilhante!!
Segunda-feira, 15 Dez, 2008

 

(imagem sacada aqui; texto a ler, para pensar sobre o assunto)



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 14 de Dezembro de 2008
Catherine, de novo
Domingo, 14 Dez, 2008

«Paulo Portas, candidato único à liderança do CDS-PP, obteve 6.051 votos em 6.358 votantes, o que representa 95,1 por cento do total, tendo-se registado 307 votos brancos ou nulos. Do universo eleitoral de 18.284 militantes, votaram 6.358 (31,42 por cento). Paulo Portas foi assim reeleito líder do CDS-PP.»

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Sábado, 13 de Dezembro de 2008
Há o teu partido. Há o meu partido. E há o nosso clube. Topas?
Sábado, 13 Dez, 2008

 

«Jorge Coelho entrou no capital da Valor Alternativo, empresa que gere um fundo cujos titulares estão a ser investigados por burlas com o IVA, por sugestão de Dias Loureiro. O ex-ministro da Administração Interna do PS investiu cerca de cem mil euros, o que corresponde a uma participação de 7,5%.

Dias Loureiro também é sócio minoritário, com uma quota de 30,5%.»

 

[Correio da Manhã]

(imagem sacada aqui, com a devida vénia)

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (4)

Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
«...e aí eu disse "arrête, mon cherne!!" Mas ele riu-se, helás!...»
Sexta-feira, 12 Dez, 2008



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (4)

Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
Parabéns, mais velho.
Quinta-feira, 11 Dez, 2008

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
Ditado brasileiro: «Pimenta no cu do outro é refresco.
Quarta-feira, 10 Dez, 2008

«Soares quer justiça rápida para a «escandaleira nos bancos» Mário Soares diz que os prevaricadores nos escândalos que abalaram bancos portugueses têm de ser condenados. Apelando ao Procurador-Geral da República para que «não haja impunidade», Soares considerou que há um risco de «desagregação moral da sociedade».

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Baltasando e rindo
Sábado, 06 Dez, 2008

Ora então não é que o meu barbeiro favorito deu em promover um concurso de Natal com o intuito confesso de apurar o Rei Baltasar mais jêtoso que aparecer? Verdade, verdadinha. Os prémios, entre o aliciante e o milionário, bem como as regras desta interessante peleja virtual podem ser consultadas aqui, a título meramente informativo, claro. Porquê a título meramente informativo? Ora, porque eu decidi concorrer, está visto. E logo com este magnífico exemplar que aqui vêem, coisa fina, é ou não é? Pelo que a partir deste momento a única coisa que há a fazer e a dizer é onde e quando é que eu posso levantar a soma astronómica que estava em jogo até ao momento da minha participação. Que aqui fica, com um grande e sorridente abraço para o Luis Novaes Tito, proprietário do estabelecimento e promotor da brincadeira. Para os vencidos vai a minha simpatia, evidentemente. Tenham paciência, sim? Para o ano há mais, seguramente, e pode até ser que eu não concorra nessa altura, dando uma chance aos demais. Porque este ano está dito e feito: está no papo. Vejam.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (1)

Bom dia. Hoje em dia os putos têm uma energia do caraças, não?
Sábado, 06 Dez, 2008

«Nascido a 11 de Dezembro de 1908, o mais antigo realizador do mundo ainda em actividade prepara-se para soprar cem velas já na próxima quinta-feira a rodar as cenas finais do seu último filme "Singularidades de uma rapariga loira".» "Não foi uma data escolhida para filmar nesse dia, há uma necessidade imperiosa de filmar nesse dia para dar continuidade às filmagens e porque este filme tem um certo destino para ser apresentado no festival de Berlim que é de 05 a 10 de Fevereiro, de maneira que temos muito pouco tempo para fazermos a montagem", explicou Manoel de Oliveira durante uma conferência de imprensa para apresentar o seu filme.»

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
Elegâncias e injustiças
Quinta-feira, 04 Dez, 2008

«Sócrates é o sexto homem mais elegante de 2008», apurou o jornal 'El Mundo" numa eleição deveras surpreendente. Num suplemento especial, publicado este fim-de-semana, o jornal descreve Sócrates como o “vizinho elegante” que faz jogging todas as manhãs e veste fatos Armani. Quanto ao perfil, o nosso primeiro-ministro é caracterizado como “jovem, dinâmico e seguro de si mesmo”, apesar do El Mundo reconhecer que há também "os que dizem que ele é arrogante e irritável”, não tão poucos como tudo isso.

 

É assim sexto o nosso primeiro, nesta votação. Sendo que, para o "El Mundo", o homem não espanhol mais elegante é o estilista Karl Lagerfeld, o tenista Roger Federer é segundo e o futuro presidente norte-americano, Barack Obama, fica num honroso terceiro lugar nesta eleição. Ainda com Brad Pitt e um príncipe norueguês à sua frente, Sócrates deve sentir-se satisfeito por bater em elegância nomes como Jude Law, o Príncipe Carlos ou até o presidente francês Sarkozy. Há que referir no entanto, a bem da verdade, que o "El Mundo" terá falhado ao não incluir o meu próprio nome na lista das escolhas possíveis, o que compromete irremediavelmente a credibilidade desta votação. E também o resultado final, claro, naturalmente injusto nestas circunstâncias.

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (9)

Do amor, já se sabe.
Quinta-feira, 04 Dez, 2008

Um só olhar foi bastante

e o mundo, no mesmo instante,

ficou digno de se ver;

nos teus olhos, de relance,

li a história de um romance

acabado de escrever

 

 

Sem um gesto, sem um passo,

ficámos naquele abraço,

incapazes de um adeus

qualquer dos dois encantado

eu nos teus olhos deitado

e tu deitada nos meus

 

 

Mas como bem diz o povo

não há mal que sempre dure

nem há bem que não se acabe;

se falhar não será novo,

talvez só quem não procure

encontre o amor, já se sabe.

  



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (2)

Eles andam aí
Quinta-feira, 04 Dez, 2008

Hoje é dia 4 de Dezembro. Hoje faz anos, vinte e oito, que mataram Francisco Sá Carneiro, um dos melhores que esta nossa terra viu nascer. Para mais tarde o ver morrer, duas vezes, uma às mãos de criminosos sem nome nem rosto e outra na memória da Justiça portuguesa, que cedo quis apagar a recordação desta chacina para salvaguarda dos interesses dos tais sem cara nem vergonha. Hoje é dia 4 de Dezembro de 2008. Hoje faz anos que mataram Francisco Sá Carneiro, Snu Abecassis, Patrício Gouveia, Adelino e Manuela Amaro da Costa. Um crime que pemanece um segredo dos passos perdidos. Os assassinos continuam entre nós.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Lagoa
Quinta-feira, 04 Dez, 2008

Ora então aqui vamos nós outra vez, seguindo viagem pelos caminhos da minha ilha e guiados pela prosa superior do meu amigo Daniel de Sá. É dia de festa cá na casa, que o caso não é para menos: estamos vivos e ainda temos passeio, bem bom que assim é. Começámos aqui, lembram-se? Depois passámos por aqui e fizemos paragem mais prolongada aqui, da última vez, enquanto mestre Daniel recuperava o fôlego para continuar a jornada que as pernitas já não serão o que eram, digo eu que me queixo do mesmo. E hoje lá vamos cantando e rindo, salvo seja, com mais esta crónica recheda de imagens de sonho para mais tarde recordar. É São Miguel que assim se vai revelando, passo a passo, nas palavras de um dos seus filhos mais dedicados. E orgulhoso da subida honra de ser grão desta areia, tal como eu. Não é para todos. 

Em baixo: "Lagoa"

Sete vidas mais uma: Daniel de Sá

 

 

O viajante pensa que, se a Lagoa fosse um reino, a Caloura seria a sua jóia da coroa. Jóia deste concelho que poderia parecer destinado a ter pouca importância. Porque a Lagoa está praticamente na periferia de Ponta Delgada. Que, à medida da ilha, é um centro urbano capaz de tornar em satélites as povoações vizinhas.  Mas esta vila não se deixou arrastar pela força de gravidade da maior urbe do arquipélago. Criou a sua vida própria. A sua indústria foi sempre activa e inovadora. Mesmo quando não pretendeu mais do que ser utilitária, com a sua loiça de barro ou a sua fábrica de papel de materiais reciclados.

 

É uma vila onde o viajante gosta de passar e de estar. Sem a asfixia das grandes pressas. Para contemplar o recorte da costa ou o desenho das ruas e a claridade do seu urbanismo.

 

O viajante ia já dizer que o concelho da Lagoa tem de particular ser o único nos Açores com duas vilas, mas lembrou-se a tempo de que no da Calheta, em São Jorge, há a do Topo. Caminhando para nascente, encontra-se a outra, a de Água de Pau. Ambas antigas, mas esta ainda mais antiga do que a sede do concelho. Depois de um período de grande desenvolvimento, Água de Pau não resistiu à falta de recursos, e o seu município foi extinto. Mas conservou, e até como que readquiriu, a dignidade da sua nobreza. Que é também uma nobreza de carácter. É que um povoado tem carácter. Que reflecte a maneira de ser da sua gente. Também nesta há cantos e recantos a ver devagar. Por onde dá gosto vaguear. É a Água de Pau que pertence a tal jóia da coroa. A Caloura. Uma paisagem que muda de repente, como se não fosse parte da mesma ilha.

 

O viajante gostaria de poder escrever de maneira a que nem sequer se desse pelas palavras. Como a música de um violino em que não se ouve o som do arco nem dos dedos a saltitar nas cordas. Ou como uma toalha de linho branco, sem desenhos nem bordados, lisa, que pareça estar na mesa apenas para realçar a baixela. Ao viajante fascina sobretudo o porto, cheio de esmagadoras memórias da lava que criou aquele espaço de surpresas. E que tem ao lado o primeiro convento de freiras que houve nos Açores. Aonde foi parar a imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Segundo consta da lenda, vindo pelo mar, náufrago não se sabe onde nem como. Ou, segundo conta a história, e talvez de modo tão lendário como a própria lenda, oferecido pelo Papa Paulo III a duas jovens que teriam ido a Roma pedir autorização para fundar o mosteiro. Muito perto, apenas separados por muros de pedra sobre pedra, o como que impossível museu de arte do Centro Cultural da Caloura..

 

O viajante expôs a toalha lisa do linho rústico das suas palavras. E o banquete está pronto para os olhos. Desde que se entra no concelho, pela Lagoa, até que se sai, pela Ribeira Chã. Ou no sentido contrário. Uma viagem que apetece fazer olhando para trás, vendo a paisagem crescer.

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (3)

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Um caso sério
Quarta-feira, 03 Dez, 2008

É por causa de crónicas fabulosas como esta que eu sou fã incondicional da escrita de Fernando Peixeiro. Jornalismo, a sério.



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar

Sete vidas? Ouch!
Quarta-feira, 03 Dez, 2008

(foto sacada daqui, com a devida vénia)



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (1)

E se alguém lhe oferecer flores... olhe, sei lá, tenha paciência.
Quarta-feira, 03 Dez, 2008

Já lá vão uns bons anitos desde que escrevi este poema. Cerca de vinte, creio, mais ano menos semana, mais dia menos mês. Recordo-me de o ter escrito por alguém que enfrentava uma profunda crise de desânimo e desalento nos seus dias, naquela altura, dias de tristeza e de infelicidade que eu acompanhei passo a passo, lado a lado, cumprindo não menos que os mínimos que é legítimo esperar de um Amigo. E lembro-me que a crise passou e levou com ela a tristeza e a infelicidade, toda aquela escuridão que não deixava ver o caminho que estava afinal logo ali, mesmo em frente do nariz. Pois mal a névoa se dissipou, na alma, o corpo seguiu viagem sem dificuldade e recuperou a vida que lhe pertencia, com passo seguro. Naturalmente. Porque toda a tristeza tem um fim se a gente quiser. Toda. E a gente só tem é que querer, certo? Certo. 

 

 

Olha minha amiga a vida é boa

calma que a tormenta vai passar

espera pela manhã que o tempo voa

e há sempre um sol

por quem esperar

 

Olha-te no espelho da verdade

pára para pensar, pés bem no chão

força, muita força na vontade

e muita fé nos dias que virão.

 

Pisa com cautela este caminho

vais passar aqui só uma vez

trata cada erro com carinho

está para nascer

quem não os fez

 

Bebe até cair se te conforta

ganha e joga tudo até perder

grita, barafusta e bate a porta

mas não te canses nunca de viver

 

Olha minha amiga eu estou presente

para te dar a mão no que puder

e ao teu lado eu também sigo em frente

tal como tu,

sempre a aprender

 

E se a dor que hoje te magoa

escolher o meu peito para morar

diz-me "olha amigo a vida é boa

tem calma que a tormenta vai passar"

 


(tema original, incluído no CD 'Vidas', 2004, ed. Ovação)

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (11)

Bom dia. Hoje há manifestação outra vez.
Quarta-feira, 03 Dez, 2008

 

 

(imagem sacada daqui, coma devida vénia)



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
As faces do erro
Terça-feira, 02 Dez, 2008

«O ainda Presidente dos Estados Unidos George W. Bush reconheceu que o seu maior erro foi achar que havia

armas de destruição massiva no Iraque.

 

Numa entrevista televisiva, Bush admitiu também

não estar preparado para a guerra»

 

 

 

 

 

(também aqui, com título mais... hum... singelo, digamos)

 

 



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (12)

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Leituras de feriado
Segunda-feira, 01 Dez, 2008

«A nossa imprensa traz pouca informação. Muita análise, intriga, provocação, boato, emoção, combate, mas pouca informação. O público não quer jornalismo, quer entretenimento. Para ter sucesso o repórter precisa de ter graça, ser espirituoso, ver o aspecto insólito. Assume uma atitude de suposta cumplicidade com o leitor, ouvinte ou espectador desmontando para gáudio mútuo o ridículo que achou que devia reportar. Antecipa no relato o que assume ser o veredicto popular, condenando ou absolvendo aqueles que devia apenas retratar.

Assiste-se a uma verdadeira caça ao deslize, empolado até à hilaridade. Só triunfa se apanhar desprevenido e atrapalhar o entrevistado. Enquanto descreve o que vê quase às gargalhadas, não se dá conta da perda de dignidade profissional. Tem sucesso, mas não rigor. Quem segue a notícia fica com a sensação de ouvir aquele que, dos presentes, menos entendeu o que se passou no acontecimento.

Aliás, relatar o sucedido é o que menos interessa. O jornalista vai ao evento para impor a agenda mediática que levou da sede. A inauguração de um projecto revolucionário, por exemplo, só importa pela oportunidade de fazer a pergunta incómoda ao governante sobre o escândalo do momento. Investimentos de milhões, trabalho de multidões, avanços e benefícios notáveis são detalhes omitidos pela intriga picante que obceca o periódico.»

 

(João César das Neves, aqui)



publicado por Rui Vasco Neto
link do post | comentar | ver comentários (3)

Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
mais sobre mim
vidas passadas

Piu

Crónica do Brufen

Eu, pombinha.

Falando com o meu cão

Chove, eu sei, mas tenho ...

Maria da Solidariedade

Hum, daí o meu dói-dói...

Portugal sem acordo

Não fui eu que escrevi ma...

Um dos

Abençoados 94, Madiba!

Sôdade

Não vás as mar, Tòino... ...

Ofertas FNAC: pare, escut...

Reflexão de domingo, perg...

É preciso é calma, já se ...

Definição de sacrifício n...

A questão

E pronto, eis que descubr...

.......

Bom dia. Se bem me lembro...

O princípio do fim

E, de repente.

Um azar nunca vem só

Diz que é uma espécie de ...

Força na buzina!!

Bom dia. Hoje chove em Li...

Depois do homem que morde...

Bom dia. É hoje, é hoje!!...

Boga ou Beluga?

arquivos

Junho 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Janeiro 2011

Novembro 2010

Outubro 2010

Abril 2010

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Restaurantes para fumadores
Consulte aqui a lista de restaurantes onde os fumadores também têm direito à vida.
sete vidas mais uma: Daniel de Sá
Um Nobel na Maia
Lagoa
Ribeira Grande
Vila Franca do Campo
Do Nordeste à Povoação
Dias de Melo, escritor livre
E se a Igreja se calasse?
O outro lado das tragédias
O meu Brasil português
A menina amarga (II)
A menina amarga (I)
Pelas cinzas de uma bandeira
O caso da Escola do Magistério
Uma confissão desdobrável
O gato e o rato
Contra a Inquisição
D.Diogo
Uma carta de Fradique Mendes
Acróstico
Monotonia
Maia (II)
Maia
Um nome acima de todos os nomes
Um palhaço de Deus
A ópera em Portugal - Conclusão (VIII)
A ópera em Portugal - Um novo estilo, Alfredo Keil (VII)
A ópera em Portugal - O Teatro de S.Carlos (VI)
A ópera em Portugal - Os Intérpretes: Luísa Todi e os Irmãos Andrade (V)
A ópera em Portugal - Marcos Portugal: vida e obra (IV)
A ópera em Portugal - Primeiros tempos / o triunfo (III)
A ópera em Portugal - Introdução da ópera em Portugal (II)
A ópera em Portugal - As origens da ópera (I)
Dois sonetos à maneira de Natália Correia
Duas garrafas de Macieira
As esponjas das lágrimas
Lição de Português
500 000 soldados
Depois do portão da casa
Auto da Mazurca
Auto da Barca de Bruxelas
Malino
Romance da Bicha-Fera
A Casa
Tremor de terra, temor do céu.
Cântico da mãe escrava ao filho morto
Passos Perdidos
A Lenda dos Reis
Daniel de Sá
Um sítio chamado Aqui
O protesto do burrinho
Sete vidas mais uma: Soledade Martinho Costa
Poema renascido
Sete vidas mais uma: Pedro Bicudo
RTP, Açores
As vidas dos outros
subscrever feeds
Sete vidas, sete notas