Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Lembra-te: teremos sempre Paris!
Segunda-feira, 28 Set, 2009

 



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Domingo, 27 de Setembro de 2009
Eh pá, que porreiro, pá!!!
Domingo, 27 Set, 2009

 


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Mais um dia
Domingo, 27 Set, 2009

 

 



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Dia de partir
Domingo, 27 Set, 2009

 



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Dia de sorrir
Domingo, 27 Set, 2009



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Sábado, 26 de Setembro de 2009
Amanhã...
Sábado, 26 Set, 2009

... vamos a votos.



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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Despencar ou não despencar, eis a questão.
Sexta-feira, 18 Set, 2009

Cartoon

 

Henrique Monteiro (who else?) chamou a este seu trabalho 'O despencar técnico', vá-se lá perceber porquê. E eu gostei, confesso, gostei tanto que fui de noite e zumba, vi os outros mas trouxe este comigo para pendurar na parede aqui da sala. Com a devida vénia ao Henrique, evidentemente.



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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Irene.
Quinta-feira, 17 Set, 2009

Aqui d'el Rei que os votos pagam-se em notas nas eleições internas do PSD!! Chamem alguém, porra!, alguém que faça alguma coisa que isto é um escândalo, um ultraje, uma coisa inimaginável, claro, eu cá não sabia de nada, não vi nada, não nada, nem eu nem ninguém, acho, muito menos os senhores da direcção do partido, senhoras igual, que não têm sequer tempo para andar lá a preocupar-se com as minudências do aparelho. Para isso é que existem os homens de confiança (a expressão diz tudo, explica-se bem), sempre foi assim e sempre assim continuará a ser. Isto dizem, atenção, porque eu cá não sei de nada, não vi nada, não nada, as pessoas é que dizem. E pronto.

 

O que desta vez faz a notícia não é portanto o que se diz mas sim existir quem muito insista não só em dizê-lo como ainda em dar a cara pelo que afirma, seja lá por que razões o faça e passe algum despeito pessoal que possa até existir. E aí a notícia torna-se incontornável, difícil de evitar com um, dois ou mesmo cem telefonemas. Fica fora de controle. Enfim, resolve-se, claro, tudo se resolve. Mas para já o palco está tomado por esta senhora, Irene Lopes, uma verdadeira dor de cabeça para o partido a que se diz ligada desde os anos 70 e que agora põe em causa com precisão cirúrgica em vésperas eleitorais. Mostrando um conhecimento prático da estrutura do aparelho laranja, Irene está ali para acusar, pôr a boca no trombone, chibar, entregar, chamem-lhe o que quiserem, o facto é que esta mulher está ali para fazer estragos dizendo o que sabe sobre situações de todos os dias da vida partidária (só do PSD?) com as quais pactuou até deixar de o fazer e decidir contar a toda a gente. E é a aparente circunstância de apenas precisar de dizer a verdade para o conseguir que faz dela a notícia, mais do que o facto de haver gente que paga em notas o voto de gente que delas precisa, para que as pessoas certas sejam eleitas para cargos partidários de importância decisiva na prática política da nação, ora na oposição, ora no governo. Porque essa parte eu cá não sabia, nem eu nem ninguém lá no partido, de certeza absoluta. Pois se ainda nem sequer veio nos jornais!

 

Até que apareceu Irene.

 



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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
Portas, ponto e nó.
Quarta-feira, 16 Set, 2009

Pois, aconteceu exactamente aquilo que eu previa, nem mais nem menos: no prime time da entrevista ao gato fedorento, Paulo Portas teve esta noite o grande momento da sua campanha, quiçá da sua presente circunstância política, aproveitando uma oportunidade que mais parece ter sido feita para si, criada à sua medida e logo à partida beneficiando da insuspeita boleia do tratamento igual para todos os candidatos. Só que Portas não é Manuela, tão pouco Jerónimo, Louçã ou mesmo Sócrates, Portas é Portas, o mestre, iluminado, aquele que domina como poucos a arte da comunicação com especialização crescente em todo-o-terreno e circunstâncias radicais. E isto é um facto. Goste-se ou não do homem, Paulo Portas é um comunicador genial. O que aconteceu esta noite na SIC foi um delírio de taco-a-taco, um grande momento de televisão inteligente, coisa rara nos dias que correm. Ricardo Araújo Pereira foi o compére perfeito de quem fez o mesmo por ele com competência e génio, logo o resultado só podia ter sido o que foi: o espectáculo da inteligência num grande, grande momento de televisão. Que vai valer muitos votos a Paulo Portas, claro, que esse não dá ponto sem nó.



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A moeda G
Quarta-feira, 16 Set, 2009

Aprendo na TVI que o famoso Ponto G se situa 'na parede de trás da vagina', 'a cerca de três centímetros adentro' do orifício vaginal e que não é um ponto mas sim uma 'zona circular com o diâmetro de uma moeda de vinte cêntimos', moeda essa que a reportagem serve demoradamente e em grande plano ao repasto imaginativo do país, para ilustrar a locução. Aprendo assim que aquela é a materialização possível do mais delicioso mistério feminino, para mim, a cara e coroa do verdadeiro motor desse imenso e insondável universo que comanda o mundo de facto, aconchegado na protecção fálica que vai permitindo ao poder por puro gozo e característico maquiavelismo. Faz tudo parte do encanto, digo eu, é o menu do encantamento. Sem reclamações por aí.

 

Pois agora a TVI informa que já é possível encontrar e estimular o Ponto G por processos terapêuticos, uma alegria que se consegue pagando, evidentemente, não sei quantos mil euros, muitos, eu cá não prestei atenção a essa parte por razões óbvias e também porque já tinha as ideias à desfilada pelos novos caminhos que se agora se abrem ao conhecimento de todos nós, enfim, de alguns mais virados para o assunto, digamos assim. É que eu por exemplo estou curioso, estou mais e pior: dava tudo para saber como irão os Zés do meu país tratar esta nova informação sobre as Marias em geral, as suas em particular, que importância lhe vão dar a partir de agora, sobretudo na intimidade. Só espero que a rapaziada tenha ouvido bem a reportagem, mais que visto, ou à conta da habitual boçalidade nacional aquela história da moeda de 20 cêntimos ainda vai dar muita anedota com mealheiros pelas tascas da nação, suspeito. É cá um pressentimento que eu tenho.



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Irra!
Quarta-feira, 16 Set, 2009

Uma pergunta simples: é possível ser mais vulgar, ordinareco, trapalhão e sem graça do que aquilo que passa nas manhãs da SIC como programa de televisão, com apresentação de Rita Ferro Rodrigues que é xunga no falar e de um rapaz chamado Francisco que dá gritos e é gago, acho, ou simplesmente não nascido para aquela espinhosa missão de cumbersar na TV? Acreditem, aquilo é mesmo inenarrável, em tudo, a começar pelos apresentadores, a passar pelo José Malhoa a cantar que 'Há fruta boa' e a acabar na Maya da tabela de signos, que entra em estúdio a dizer que 'o nosso maestro é muita bem aviado', sendo que estava a falar de narizes anteriormente mas não posteriormente, topam a chalaça? Dá saudades do Júlio Isidro, enfim, quase, não exageremos. É de facto inacreditável mas basta ver para perceber que existe, acredite-se ou não. E é um verdadeiro atentado, um autêntico crime cultural, digo-o sem manias intelectualóides. Apenas meio enojado, é tudo.



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A senhora dos gatos
Quarta-feira, 16 Set, 2009

Cartoon

«O humorista Ricardo Araújo Pereira diz que a líder do PSD é uma "senhora divertida". Manuela Ferreira Leite foi ontem entrevistada para o programa "Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios"»

 



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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
A meio caminho do céu
Quinta-feira, 10 Set, 2009

Na minha terra nasce-se e morre-se a meio caminho do céu com alguma frequência. Talvez daí a benção que trazemos por vir ao mundo em lugar tão abençoado pela divina ironia. Decalcados na beleza vamos brotando do basalto como flores da terra, e as nossas histórias vão fazendo a história deste Portugal supostamente de todos, quase sempre pelo que têm de invulgar, pelo estranho, distinto, logo notícia. Ora nascer e morrer já raramente é notícia hoje em dia, convenhamos, isto se não contarmos com o Michael Jackson ou com os infantes de D:Letízia de Bourbon, evidentemente. Mas na minha terra há uma senhora das Flores (ou será de S.Jorge?) que já deu à luz não sei se dois se três filhos no mesmo aviocar da Força Aérea, de resto a tripulação que fez os partos foi a mesma e tudo, o último deu recentemente na RTP-Açores e passou no continente à hora do jantar e seguintes, tudo a cores, está visto. Depois a vida seguiu a sua marcha, claro, até ao próximo gaiato vir dali ainda há-de faltar um bocadito, que diabo, por isso siga o Afeganistão e o Freeport, Portas e Louçã mais a TVI e o Preço Certo em Euros e Portugal avança, nas ilhas igual, só que mais devagarinho. E hoje um doente do hospital de Ponta Delgada piorou a meio do voo que o traria a Lisboa para tratamento por cá que não há por lá. Com apenas meia hora de voo o avião teve que regressar a Ponta Delgada com 192 passageiros a bordo, 192 passageiros que depois de amadurecerem a irritação do contratempo, mais os contratempos efectivos e eventuais prejuízos pessoais que a situação acarretou, tudo temperado com o que ainda lhes restar nas almas de solidariedade e compaixão humanas e bem centrifugado pela força do inevitável e ausência total de alternativa durante umas quantas horas, vão talvez olhar as ilhas e sentir o rugir dos oceanos e ver aqueles horizontes longínquos que se vêem nos filmes e nas férias de uma outra forma, diferente por um breve, muito breve mas muito intenso momento. Vão ser ilhéus, por dentro, num instante. E quem sabe se por obra e graça desse momento, subindo e descendo nas mãos de Deus entre tanto aterrar e levantar, empurradas para a compaixão inadiável, algumas daquelas pessoas não encaram e aprendem a vida por uma vez, uma qualquer que tinham algures lá atrás quando ainda tinham os pés no chão, quando ainda não sabiam que na minha terra se nasce e morre a meio caminho do céu com alguma frequência, como em toda a parte. E que essa sim, é a suprema ironia divina.



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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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