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Sete Vidas Como os gatos

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Sete Vidas Como os gatos

26
Set08

Eu era só para dar uma palavrinha...

Rui Vasco Neto

O título engana, eu sei. Era só para dar uma palavrinha mas deu estas todas que se seguem, já se sabe, são como as cerejas, as palavras. Nem sempre doces, as deste meu convidado de hoje. Às vezes ácidas, outras divertidas, algumas amargas, muitas notáveis, umas quantas romântico-afrodisíacas (uma das suas especialidades). Mas todas sempre muito bem trabalhadas, de uma entrega total e de uma regularidade invejável e rara nesta blogosfera onde o seu Charquinho é referência obrigatória há quatro vezes este ano que eu agora comemoro, nesta festa de autores que seria bem mais pobre sem a sua presença. Felizmente veio, o Shark. Só para dar uma palavrinha, claro.

 

 

Em baixo: "Eu era só para dar uma palavrinha..."

Sete vidas mais uma: Shark  

 

 

São as palavras, essas gajas que se dizem e que de igual forma não entendemos na maior parte do tempo em que as escrevemos, o elo de ligação.

 

Vidas, sete ou apenas uma daquelas bem esgalhadas, existências cruzadas no caminho virtual que calcetamos com emoções escritas das que nos prendem a atenção.

 

Neste espaço de felinos encalhou um tubarão, atraído pela curiosidade que dizem matar gatos mas no caso em apreço apenas fortaleceu o autor para quem as palavras escritas só fazem sentido se existir alguém para as ler.

 

E eu rendo homenagem ao escriba que se dá a conhecer no talento que lhe reconheço e um ano decorrido não logrou desmentir. Pelas palavras que têm o condão de unir pessoas em torno de um prazer comum que cultivamos assim, mostras-me a tua e eu mostro-te a minha e a ninguém preocupa quem a tem maior ou a mais atrevida, a prosa, que apreciamos mais crescida quando a tesão nos invade os dedos e fazemos acontecer no teclado como na pele de uma mulher um pedaço de nós.

 

Sete vidas que se investem no tempo de uma só, com o empenho que as palavras denunciam. Oferecidas em frases trajadas a rigor, vestidas com o amor que com elas se faz quando se gosta tanto assim de comunicar.

 

E tu, autor desta pequena montra daquilo que fazes melhor, expões-te à verdasca virtual sem dares os flancos porque aqui acontece uma vida em que dás muito de ti e a malta gosta porque é bom e cabe-me nesta altura ser um dos porta-voz dessa comunidade de apreciadores para quem, bons entendedores, meia palavra bastaria.

 

Mas um ano é muito tempo nesta nossa realidade virtual e por isso ninguém levará a mal que lhe acrescente a outra metade de uma palavra qualquer para que ninguém alegue não perceber o objectivo único desta missiva lamechas que te ofereço, é toda tua.

 

E a palavra completa só pode ser uma. Aquela que te diz: continua!

 

 Shark

(blogger do 'Charquinho')

 

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