Terça-feira, 8 de Julho de 2008
Bom dia. Hoje eu já imagino o Assis a ligar para a família e amigos.
Terça-feira, 08 Jul, 2008

«A visita dos Inspectores Tributários, elementos do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e militares da Brigada Fiscal da GNR ao Casino do Estoril insere-se no âmbito da 'Operação Furacão'.

 

A Operação "está a receber toda a colaboração da administração do Casino do Estoril" e as buscas fazem-se nos "mesmos moldes da Media Capital" e "focalizam documentos de informação financeira", salientou à Lusa outra fonte da GNR. «Não temos nada a esconder e estamos à sua inteira disposição", adiantou Assis Ferreira.»

 



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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008
Quando morreu Anne Frank?
Segunda-feira, 07 Jul, 2008

Esta é a sinopse do que poderia ser talvez um texto para teatro. Nunca o escrevi e decerto não chegarei a escrever. Por isso a revelo nestas Sete Vidas em que, às vezes, sou mais uma.

(História – ficção – dedicada ao Samuel. Quem frequenta o seu blog perceberá porquê.)

D.S.

 

Em baixo: "Quando morreu Anne Frank?"
Sete vidas mais uma: Daniel de Sá

 

Anne Frank não teria morrido em Bergen-Belsen com a chegada da Primavera, estando já próximo o dia da libertação. Um médico do campo levou-a para casa, salvando-a para a vida. Pensando que lhe haviam morrido todos os parentes, passou a tratá-la como pessoa da própria família. Entretanto, descoberto e publicado o diário (1947), este começa a ganhar fama, tornando-se um dos mais pungentes testemunhos acerca da condição humana e contra a violência. O salvador de Anne Frank, percebendo que a sua suposta morte dá muito mais força a esse grito de angústia, pede-lhe que permaneça incógnita, para que o mundo sinta melhor toda a revolta que o nazismo provoca. Ele, que fora chamado uma vez a dar uma injecção em Hitler, pensou matá-lo injectando-lhe uma razoável quantidade de ar. No entanto, o seu respeito pela vida levou-o a não o fazer.

 
Entretanto, o médico vem a saber que Otto Frank está vivo. E receia que a rapariga não seja capaz de manter o anonimato, por querer reencontrar o pai. Ainda que peça a ambos que não revelem a verdade, sabe que isso é quase impossível. Mas, para que o diário de Anne Frank continue a chocar o mais possível a humanidade, é preciso que ela seja julgada morta. Por isso o seu salvador lhe dá a injecção que não deu a Hitler.
 


publicado por Rui Vasco Neto
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Quem matou Anne Frank?
Segunda-feira, 07 Jul, 2008

A mim, digo-vos, ele nunca me enganou. Nunca. Sempre soube que não era flor que se cheirasse, sempre o disse, de resto, ele e aquele ar de quem não parte um prato, aquelas palavrinhas de artista, aquele escrever assim ... cala-te boca. Cala-te, boca. E depois houve aquele episódio do gato, quando ele matou o Malino, lembram-se? Pobre bichano, vítima inocente da crueldade de um escritor... eu sabia (até disse ao Gastão, falámos disso ontem), eu sabia que era apenas uma questão de tempo, depois do finado felino, até que escorresse sangue humano da pena desse biltre sem coração. E pimba, foi hoje. «Esta é a sinopse do que poderia ser talvez um texto para teatro. Nunca o escrevi e decerto não chegarei a escrever. Por isso a revelo nestas Sete Vidas em que, às vezes, sou mais uma», vai-me dizendo em recado privado, todo mansinhas falas... Eu? zzzzzut., nada, nem um pio, sou gelo, sou o iceberg que afundou o Titanic, agora que lhe descobri a sanha assassina, o prazer do sangue, a vocação de predador. Mais caladinho que um rato, fiquei-me, na minha. Mas ei-lo que insiste, sibilando ao meu e-mail: «Esta história, ficção, é dedicada ao Samuel; Quem frequenta o seu blog perceberá porquê». Pronto. É quando eu vejo a história que é, fico sem pinga de sangue, estou de rastos com a descoberta, pasmado com o trinta-e-um! Então não é que o meu amigo Daniel de Sá, aquele mesmo a quem eu queria como a um irmão de letras, (um pai-proveta, até, quiçá), então não é que o meu pobre amigo descambou para o assassinato, tomou-lhe o gosto em finá-los, deu em gamar, pilhar, fanar a vida a um seu semelhante? Olhem: deu-me uma coisinha má, quase-quase, cruzes, credo! 

Por aqui já vêem os senhores como não terei eu ficado por dentro quando soube, fiquei fora, fora de mim! Mas havia mais e pior, guardado para este euzinho já boquiaberto, repleto, empanturrado de más novas. Quem, entre todas as pessoas do mundo, escolheu Daniel de Sá para eliminar, injectar, abater sem piedade? Segurem-se, é inacreditável, cá vai que é chumbo: Anne Frank!! Exactamente. Anne Frank, a própria, a menina do Diário de. Para mim foi a gota de água, antes o pingo na cueca, foi um nadita too far, este meu amigo, perdão, ex-amigo, terei de ponderar... Que ele tivesse vontade de matar alguém, isso eu percebo, já ouvi dizer que sim senhor, que acontece a muito boa gente. Que ele tivesse despachado o fuher, como assume no texto ter sido a sua intenção original, ainda vá que não vá (agora que penso nisso, e dado à sua amizade antiga com Manuel Alegre, quem sabe se este não estaria também envolvido e se não seria mesmo uma conspiração de poetas contra o Reich... Argel, Maia, Berlim... uma pessoa agora já põe todas as hipóteses, isto é assim mesmo, isto uma pessoa nunca sabe..). Mas tocar num cabelo da minha doce Anne, da menina por quem eu chorei tantas vezes quantas li o seu Diário, (mais outras duas quando vi o telefilme), salvá-la para depois m'a levar desta forma vil, isso não, isso nunca. Isso ja. Quando o vir vou-lhe dizer. Temos que ter uma conversa, de amigo para ex. Mas até lá grito daqui ao mundo, para que todos saibam tamanho horror e iniquidade: Quem matou Anne Frank? Foi ele. Foi o Daniel de Sá. Aqui.

 



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Curtições e curiosidades. E ovos, pá!
Segunda-feira, 07 Jul, 2008

Eh, pá! A malta fartou-se de curtir, pá. Foram três meses a fazer merda, pá, e a filmar tótil para a seguir postar no You Tube a cena toda, pá. Foi do caneco, pá! Na última cena a malta entrou toda numa igreja, pá, angelicana ou lá o que era, pá, e foi mandar ovos aos cotas todos, pá, foi do baril, pá. Só que a cena acho que deu merda, ou assim, pá, e a bófia veio mandar vir c'o a gente, pá, mas tá-se bem, não aconteceu nada. Veio no jornal que identificaram a malta, mas a malta já tava mais que identificada, pá, olha agora! Não aconteceu nestum, pá, nem vai acontecer: a bófia não fez queixa da malta ao tribunal de menores, por isso tá-se bem. Ya, tá-se, man. Um destes dias temos que repetir, pá. Ya, man, temos, pá. Numa nice, man. Fixe, pá. Mais ovos.

 

"Nesse dia, estava o organista a ensaiar e havia pessoas no interior da Igreja quando três raparigas entraram de rompante atirando ovos indiscriminadamente, enquanto outro jovem do sexo masculino apontava um telemóvel… não sei se havia outros rapazes. Eles depois foram embora. Foi tudo muito rápido. Não conseguimos identificá-los." O relato é de Niel Dawson, padre anglicano da Igreja Inglesa no Funchal - um dos locais visados pelos seis adolescentes que, durante três meses, atacaram e filmaram as suas vítimas, colocando depois as imagens em sites gratuitos como o YouTube. Curiosamente, apesar de o comunicado da PSP do Funchal, de sexta-feira, dar conta de que tinha identificado o grupo de seis jovens pela "prática de vários actos ilícitos qualificados pela lei como crime, designadamente "ofensas à integridade física, dano e difamação", diz o DN que esta força de segurança não informou o procurador da República junto do Tribunal de Família e Menores do Funchal.

 

Também por mera curiosidade, registe-se que a Igreja Inglesa fica na Rua do Quebra-Costas, no centro da cidade, na mesma rua e a poucos metros da casa onde nasceu Alberto João Jardim, essa lenda da irreverência juvenil. Será a velha história de quem nasceu primeiro, a galinha ou o ovo?

 



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Desconfianças (muito) compreensíveis
Segunda-feira, 07 Jul, 2008

«O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, considera acertada a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de subir a taxa de juro da Zona Euro. “Basicamente, no que respeita à inflação, tenho mais confiança na posição dos bancos centrais do que nos políticos”, afirmou aquele responsável, citado pela edição online do “Financial Times”. “Digo isto com todo o respeito, porque eu próprio sou um político”, mas “disse isto porque os bancos centrais não são movimentados por pressões políticas de curto prazo” e estão numa posição melhor para avaliar a inflação já que “não olham para as pressões de curto prazo de qualquer círculo político mas de médio e longo prazo”.» 

 

(bebido aqui, de onde vem também mais esta excelente ilustração de Fernando Campos)



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Bom dia. Hoje eu vejo que a fome foi almoçar fora.
Segunda-feira, 07 Jul, 2008

«Os líderes do G8 sentaram-se hoje num luxuoso hotel no Japão para almoçar com os chefes de Estado africanos. A pobreza africana está no topo da agenda no início deste encontro de três dias.»

 



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Domingo, 6 de Julho de 2008
Bom dia. Hoje é domingo, dia de estar em casa.
Domingo, 06 Jul, 2008

 



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Sábado, 5 de Julho de 2008
A chave do pensamento
Sábado, 05 Jul, 2008

São endemoninhados e perversos, alguns dos labirintos da mente. Há becos fatais, mal frequentados por pensamentos de índole duvidosa, ruelas traiçoeiras, de calçada tão reluzente quanto escorregadia de vício. Tudo intenso e corrido em milhões de microcapilares que se entrecruzam numa algaravia imensa de informação e vida, aconchegados no interior da cabeça, carola, toutiço, enfim, a parte do esqueleto que contém o encéfalo, ou esse cabeludo suporte de chapéus que os nossos corpos carregam para todo o lado com dedicação tocante.

 

Há lá por dentro avenidas de encanto, também, alamedas frondosas de conhecimento, repletas de saborosos frutos caídos pelo chão a convidar quem passa para o deleite da prova de inteligência. Nem todos apreciam o pitéu, diga-se em abono da verdade. Preferem as ruas do centro, o downtown encefálico, onde é garantida animação non-stop por força da novidade constante, o pensamento-reflexo, coisas de usar e deitar fora. É onde tudo se passa, das nove às cinco. E a seguir por turnos, parada resposta, sempre a bombar. É a loucura do dia-a-dia, como se diz no Alentejo.

 

Imaginar neste progígio de criação, neste centro de actividade intensa, um estádio de vasta aridez, onde o pouco ou nada que se passa só consegue medrar com dificuldade extrema e em condições limite, será talvez o equivalente a definir o conceito de 'deserto de ideias' sem ter que exemplificar apagando as luzes todas, só para dar uma ideia. Uma perspectiva aterradora, vista à luz (acesa) da nossa fragilidade enquanto seres humanos, apenas humanos. Pensem comigo. O nosso cérebro tem as fragilidades do corpo, enquanto corpo que também é, mais as mágoas que acumula do espírito, enquanto mente, que transcende a matéria que a suporta. E se as mazelas do corpo terão um ponto finito, necessariamente, no colapso das suas funções chamadas vitais, as mazelas da mente nem tanto, pois secos de vida, perdidos para lá do ponto de regresso, os labirintos da mente podem manter-se apenas com a chama-piloto do seu pedestal animado, vegetando numa letargia enganosa como vulcões inactivos, numa total dependência física, até para o fim. E até ao fim, claro.

 

Somos assim o que não sabemos, deste universo imenso e desconhecido que transportamos aos ombros sem os cuidados mínimos que reservamos para os cristais de família. Lá dentro gira um mundo, frágil, a processar informação. Tem uns portões enormes, abertos para todos os outros mundos e para a vida exterior, brilhantes da luz que os cruza permanentemente e a todas as horas. Excepto quando se fecham, por tempo ou de vez, para dar lugar à pior e mais escura das prisões, com celas feitas por medida, à nossa medida. Donos da chave que somos, convém mesmo não a perder.

 

Afinal, já não é pouco o que por lá se passa nas margens da consciência, para lá do nosso controlo. Isto para não falar dos tais labirintos perversos, becos fatais, ruelas traiçoeiras onde o perigo espreita a cada microsegundo, estes mais que as esquinas, onde os desafios e tentações se misturam, às tantas, no exacto limite da nossa capacidade de distinguir os uns dos outros. Convém por isso ter olho vivo e um chaveiro seguro, sempre em lugar acessível, perto do coração. E muito, mas mesmo muito tino a guardá-lo.



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Bom dia. Hoje eu, português, revelo alguma preocupação com os resultados do exame ao Governo.
Sábado, 05 Jul, 2008

«Governo revela «alguma preocupação» com resultados no exame de Português.»

 


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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
E aquilo ali, será um bracinho de fora?
Sexta-feira, 04 Jul, 2008

Homem grávido deu à luz de parto natural. O transsexual Thomas Beatie, conhecido como o primeiro "homem grávido" da história, deu à luz no ínício desta semana uma menina no Centro Médico St. Charles de Bend, no Estado de Oregón, mediante um parto natural, informou hoje a cadeia de televisão norte-americana ABC.

 



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Melhor que dar o peixe é ensinar a pescar, digo eu...
Sexta-feira, 04 Jul, 2008

 



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Monotonia
Sexta-feira, 04 Jul, 2008

Uma bela cavaqueira entre Daniel de Sá e Samuel, do 'Cantigueiro', neste post, derivou para uma meia tertúlia poética, com Daniel a responder a uns versos de Ary dos Santos, citados por Samuel, com esta sua 'Monotonia', dos idos 70: «Estes obviamente não são do Ary. Nem como os do Ary. Por isso retirei do mercado e da minha bibliografia o livrito em que os incluí, publicado em 1979. Chamava-se "Em nome do povo. Amen".» Depois para mim, em recado privado: «Desses poemas (25) fazia parte um, o chamado mesmo "Em nome do povo. Amen", que tem a seguinte passagem: "E houve a sublime certeza/ de que é o povo quem manda/ sem clero nem nobreza./ Mas é com estes ainda que tudo anda." Por incrível que pareça, esse poema e outro ("Nas margens do rio Lento") foram publicados no "Correio do Minho", de direita, e na "Resistência", revista quase ultramontana. E, por causa deles, o Amândio César, que fora o escritor oficioso do regime, ficou muito meu amigo.». Eu, que assistia sem pio da galeria, achei por bem deixar o paleio onde está, mas puxar a poesia cá para cima, para o salão nobre, sempre se está mais confortável. E lê-se melhor, assim.

 

Em baixo: "Monotonia"
Sete vidas mais uma: Daniel de Sá

 

 

Toma a viola o cantor
e canta o povo que sofre.
A palavra do doutor
defende o povo que sofre.
A pena do jornalista
louva esse povo que sofre.
Nas luzes do palco, o artista
Finge que é povo e que sofre.
Nos comícios da ilusão,
bendiz-ae o povo que sofre.
Os maiorais da nação
pensam no povo que sofre.
A poesia do poeta
é pelo povo que sofre.
A riqueza libertada
é para o povo que sofre.
Que a nação só é completa
com todo o povo que sofre.
E o povo, tomando a enxada,
cavando, calado, sofre.

 

(in 'Em nome do povo. Amen.', Poemas, Ed. 1979)



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Bom dia. Hoje eu vejo a águia em fúria a bicar no chefe.
Sexta-feira, 04 Jul, 2008

«Luís Filipe Vieira teve hoje que ser escoltado pela polícia em direcção ao parque de estacionamento do Estádio da Luz, após uma Assembleia Geral do Benfica que terminou com desacatos e ameaças ao presidente do clube lisboeta. Várias dezenas de jovens adeptos "encarnados", alegadamente afectos às claques do clube, acompanharam Luís Filipe Vieira desde o interior de um dos pavilhões onde se realizou a reunião magna, insultando e ameaçando fisicamente o presidente do Benfica.»

 



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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008
Luzes, Câmera, Acção. Take Dois.
Quinta-feira, 03 Jul, 2008

 

 

«Quem estiver com atenção terá notado a diferença como a imagem do “Engenheiro d’oiro” tem sido vendido nas televisões nestes últimos dias. Surge em todo o lado, sempre sorridente, sempre preocupado com os portugueses mais pobres, muita gente foi chamada para aparecer a elogia-lo, como aconteceu no lançamento da Biografia do “Menino de Ouro do PS”, dá entrevistas para dar “boas noticias aos portugueses”. Até teve uns tiros para o telhado para a comunicação social poder fazer mais um folhetim. Podíamos pensar que era a reacção à nova liderança da Manuela Ferreira Leite, mas não me parece. As últimas sondagens conhecidas dão que o PS já só tem pouco mais de um por cento de vantagem sobre o PSD, mas não provocada por uma subida deste partido, mas sim dos partidos ditos mais à esquerda. PCP e BE juntos já se aproximam dos 25% e isso é considerado um perigo para o país. De tanto se chegar à direita, o PS deixou de cumprir a sua obrigação de ser o tampão e limitar a votação desses dois partidos. Foi lançado o alarme, (há algum tempo que os comentadores do regime falavam desse perigo), e dada a ordem de “melhorar a imagem social do Engenheiro”. Falta saber qual a margem de manobra que ainda lhes resta para recuperar votos à esquerda sem que isso transfira muitos votos da sua direita para o PSD. O Engenheiro está a ficar entalado é necessário redesenhá-lo aos olhos do público. Vão os portugueses voltar a cair nas histórias desta gente?» 

 

(título original:"Redesenhado", um 'boneco' brilhante, como sempre, desta vez servido com um ponto de vista, uma leitura possível, a merecer alguma reflexão, pelo menos; tudo sacado daqui, com a devida vénia) 

 



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Bom dia. Hoje eu acho que o Fernando sabia coisas.
Quinta-feira, 03 Jul, 2008

 

«O poeta português Fernando Pessoa encarava Fátima como o lugar mítico da construção do nacionalismo católico e monárquico que ele repudiava, sustentou hoje o historiador José Barreto, antes de revelar um texto inédito do escritor sobre aquele lugar de culto. "É um texto irónico, a roçar a sátira anticlerical, em que Pessoa parece regressar ao extremismo da juventude", disse José Barreto numa conferência sobre "Pessoa e Fátima. A prosa política e religiosa", proferida ao fim da tarde na Casa Fernando Pessoa.»

 



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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Carta a um merdas qualquer
Quarta-feira, 02 Jul, 2008

Meu merdas, de que te queixas?

Porque vives a carpir,
dia a dia, hora a hora,
da sina, dizes tu, triste
que te calhou ter em sorte?
Ai, que é triste, ui, tão triste...
Será triste porque deixas,
não me queiras iludir
que o meu coração não chora
por menos que a própria morte.
 
Vê lá como as coisas são:
deu-te Deus força e talento,
fez-te assim, um tal portento
que os outros vêem, tu não,
meu merdas, que não tens tino!
Por que raio esperas tu?
Talvez que te saia do cu
o teu bem guardado destino...
Ou então que seja o mundo
a escrever as tuas deixas,
que lerás de trás para a frente
armado em original,
o um entre toda a gente...
Patético vagabundo,
não vais a bem nem a mal,
meu merdas, de que te queixas?
 
Perdoa se te magoo.
Não é por mal, bem o sabes,
mas não é porque te doo
que vou deixar que me enrabes
com essa tanga do triste.
Triste uma porra, qual triste!
Amigo: o amor existe,
só não vai buscar-te a casa,
puxar, arrastar-te a asa,
arrancar-te desse ninho
que fizeste nos teus medos
e onde te escondes, sozinho...
Anda, não tens mais segredos
para quem te lê na alma
como em qualquer livro aberto.
Aceita isto com calma:
para homem de mil enredos,
nem sequer és muito esperto.
 
Tens erros de avaliação
que não lembram ao diabo:
dizes sim quando era não,
assim quando era assado,
fazes trinta numa linha
e das linhas trinta e um.
Não tens critério nenhum
quando era suposto ter.
Eu cá insisto na minha:
não tens jeito para viver.
São tantas as portas que fechas
com voltas na fechadura,
meu merdas, de que te queixas?
Só pode ser da fartura.
 
Amigo: mais não chateio.
Este vai-se como veio,
sem pecado original.
Não quis dizer de ti mal,
penso de ti o melhor,
(enfim, o melhor que posso
atendendo às circunstâncias)
o que não é mau; afinal
(fica um segredo só nosso)
na escala das importâncias
convirás que não me deixas
grande margem de manobra:
pões primeiro o teu pior,
só depois lá mostras obra...
Meu merdas, de que te queixas?
Estuga o passo, faz-te à vida,
(tenta a conta e a medida,
há quem diga que resulta…)
caga quando alguém te insulta,
fica na tua e trabalha.
E não me fodas: tens sorte
não te ter escolhido a morte,
ainda. Que essa não falha.

 



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Bom dia. Hoje eu também acho, pois claro, é evidente, está certo.
Quarta-feira, 02 Jul, 2008

«Só por conjectura ou imaginação» se podia acusar Pinto da Costa. «É socialmente inadequado alguém, estranho ao local e ao meio, pedir a outrem desse local e conhecedor desse meio, a contratação de serviços de prostitutas? Não» , afirma, convictamente, o juiz que decidiu não levar Pinto da Costa a julgamento.»

 



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Terça-feira, 1 de Julho de 2008
Conversa de urinol, filosofia de ponta.
Terça-feira, 01 Jul, 2008

São dois poços de surpresas, duas profilaxias contra o bocejo, cada uma no seu género, evidentemente. Uma é o Google, esse endereço milagroso dos tempos modernos, onde se encontra tudo e mais alguma coisa com a particularidade de não ser preciso sequer procurar, no mais das vezes. A gente vai em busca de alhos e eis que nos saltam também bugalhos, só para o caso de podermos estar interessados. Foi assim que tropecei neste texto, filho do segundo poço de surpresas a que me referia lá atrás: o meu amigo sharky. «De cada vez que encalho na escolha do tema para uma posta acabo por dar comigo a estudar as tendências do momento nos outros blogues, precisamente para as evitar e assim reduzir o leque das minhas opções», conta-nos o tubarão no início desta prosa mirambolante (com o seu quê de brilhantismo), datada de 25 de Outubro de 2006 e dedicada a esse velho mistério masculino vulgarmente chamado 'tesão do mijo'. Porém, cauteloso com as sensibilidades alheias, o autor deu-lhe o singelo nome de 'A erecção da urina'. Enfim. Eu cá li tudo, interessado, e de ponta a ponta, passe a expressão. No final não resisti a cortar um pedacinho para exibir aqui. É este saboroso naco que se segue. Leiam, por favor. Sopesem os argumentos, avaliem o raciocínio, ponderem bem as conclusões que resultam deste exercício de escriba esforçado. E, de uma vez por todas, percebam como é duro e difícil para um criativo ganhar a vida. 'A erecção da urina'??! Pelo amor de Deus!!! Importa-se de repetir? 

 

 

Tesão do mijo não é uma expressão agradável e o seu uso é desaconselhável diante de gente sem poder de encaixe para o vernáculo. Contudo, trata-se de um recurso excelente para identificar uma actuação concreta (ou a sua ausência) por parte de alguém.


De acordo com a minha interpretação pessoal, a tesão do mijo (em sentido literal) é uma erecção involuntária associada à vontade de fazer uma mijinha. Ou seja, um tipo acorda de manhã à rasquinha para ir ao wc e em simultâneo descobre-se numa condição que, para muitos, raramente se verifica.
 

O problema dessa tesão em particular é que costuma terminar mal um tipo suspira de alívio, antes mesmo de fechar a tampa da sanita para evitar chatices com a “patroa”.

 

E é neste cariz temporário e associado a uma vontade que não a indicada pelo aumento da volumetria que reside a ideia da coisa. A tesão do mijo (em sentido lato) consiste num entusiasmo visível mas passageiro e manifestamente enganador (devido às expectativas frustradas). (...)

 

Assim sendo, a tesão do mijo costuma implicar uma conotação pejorativa para quem a exibe e pode até constituir um mote para a galhofa relativamente à pessoa visada. O humor da situação (que em determinadas circunstâncias pode não ter piada alguma) passa pelos contornos efémeros do tal entusiasmo e que o transformam num embuste para quem leve a sério o sinal transmitido por essa manifestação anatómica ou a sua versão idiomática.


Talvez derivado a esta expressão, costuma dizer-se por paródia que quando um tipo é jovem mija para o tecto e depois de velho já só molha as pantufas (um exagero, pois qualquer jovem atesoado sabe que nessas circunstâncias um gajo não tem outra hipótese senão substituir a posição vertical do corpo pela oblíqua, sobretudo se o alvo for uma sanita e não um urinol).

 

(excerto do post 'NOVO DICIOSHARK: A ERECÇÃO DA URINA', para ler na íntegra aqui)

 



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Histórias banais de um Deus misericordioso
Terça-feira, 01 Jul, 2008

Não é que eu não tente, sequer. As coisas não são bem assim, vejamos. Eu juro que faço um esforço danado para entender, que procuro mil e uma explicações razoáveis antes de me entregar a um desespero impotente, nesta ignorância que me aflige mais do que tudo o resto. Tem que ser assim porquê? Procuro, preciso, impõe-se uma razão. Pois se é certo que a razão é característica da condição humana, não é menos certo que ela é também o princípio ou fundamento que faz as coisas acontecerem como acontecem. Tem que haver uma razão, diz a gente, aparvalhada, sempre que não encontra uma e à beira de perder aquela que supostamente nos resta. Tem que haver uma razão.

 

Uma criança de dois anos e meio morreu asfixiada com um pedaço de salsicha que retirou do prato dos pais, domingo, à hora de jantar, num restaurante do Marco de Canaveses. O trágico incidente aconteceu pelas 19.30 horas, no restaurante Silva. Roberto Teixeira e Cristina Silva, ambos na casa dos 30 anos, residentes em S. Martinho de Recesinhos, Penafiel, e o filho, o pequeno Roberto Santiago, de dois anos e meio, foram jantar ao concelho vizinho do Marco de Canaveses. "Parece que o menino gostava muito de salsichas. O pai ainda chegou a dizer-lhe que a comida não era para ele, mas o bebé pegou num bocadinho de salsicha e meteu-a à boca", explicou, ao JN, Helena Silva, proprietária do restaurante, ainda incrédula com o sucedido. "Ao vermos o menino aflito, liguei para o 112, deram-nos instruções para o fazer tossir, mas quando cheguei cá fora o pai do bebé já tinha arrancado com ele para o Hospital", acrescentou. "Foram momentos dramáticos. Toda a gente se levantou das mesas para tentar ajudar, mas foi em vão". O médico de serviço nas urgências confirmaria o óbito, presumivelmente por asfixia.

O funeral do menino, filho único do jovem casal, realiza-se, hoje, às 9 horas.

 

Não é que eu não tente, sequer. As coisas não são bem assim, vejamos. Eu juro que faço um esforço danado para entender, que procuro mil e uma explicações razoáveis antes de me entregar a um desespero impotente, nesta ignorância que me aflige mais do que tudo o resto. Tem que ser assim porquê? Procuro, preciso, impõe-se uma razão. Pois se é certo que a razão é característica da condição humana, não é menos certo que ela é também o princípio ou fundamento que faz as coisas acontecerem como acontecem. Tem que haver uma razão, diz a gente, aparvalhada, sempre que não encontra uma e à beira de perder aquela que supostamente nos resta. Tem que haver uma razão. 

Alguém me diz onde está a razão desta história? Por favor?

 



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Saudinha e tufa, seja pelas almas.
Terça-feira, 01 Jul, 2008

Notícia do dia: 'o primeiro dia de Julho vai trazer mudanças no dia-a-dia dos portugueses', garante a SIC em manchete. Pfff. E nem todas são para melhor, também há más notícias, diz. Hum… Fui ler. Aparentemente confirma-se que temos boas notícias para alegrar o coração nacional, dorido do Euro: o IVA vai baixar, Yuppiii!! É verdade, um por cento, passa de 21 para 20. Enfim, ok, pronto, é certo que na prática quase não se vai notar a descida. E muitas empresas já avisaram que vão manter os preços como estão. Mas hipermercados, redes de telemóveis e os sectores de alimentação e bebidas dizem que vão baixar o imposto, e isso sempre há-de contar, não? Espera-se que sim.

 

Também o abono de família vai aumentar, 25% para o 1º e 2º escalões. Duplo Yuppiii!!, que aqui serão 900 mil pessoas a beneficiar do aumento. O gás baixa, dizem, 1,2%, mas não se sabe bem é onde, já que os valores não são iguais em todo o país. Vai ser assim tipo ‘à vontade do freguês’, só que o freguês é o mexilhão, se é que me faço entender. Enfim, o costume, em cavalo dado não se esperam implantes dentários. Mas há mais. Os prédios novos são a partir de agora obrigados a ter painéis solares ‘para melhorar o desempenho energético’, para grande alegria de todo o país, inclusive daqueles que vivem (e vão morrer) nos nossos bairros muito muito típicos, dentro de casas muito muito a cair. Mesmo. Ficámos todos muito felizes pelos painéis solares. E para acabar o parágrafo do nosso contentamento, o Estado põe um ponto final na cobrança de taxas de contadores para os serviços públicos essenciais, caso da água, electricidade e gás natural. Triplo Yuppii!!! e acabou-se, temos pena. Já está. Façam pois agora vexas o favor de se sentarem, que vamos então às más notícias. Tenham paciência, haja saudinha e tudo se resolve.

 

A primeira má notícia é sobre uma das boas notícias, aquela última: “acabam as taxas de contadores”. Pois é, de facto acabam, mas a má notícia é que “há muitas câmaras municipais que criaram novas taxas, de forma a compensar a perda de receita”, complementa a informação. Ou seja: tufa. Mas é um tufazito de nada, quando comparado com o aumento dos bilhetes dos transportes públicos, que vão ficar mais caros em 5,83%. Esse sim: é um senhor tufa, para quem depende dos transportes no seu dia-a-dia. À guisa de pomadinha para a nódoa negra, por decisão do Governo os passes sociais em Lisboa e  Porto vão continuar na mesma, até ao final do ano. Pronto, vá lá, pronto. Sempre alivia um nadita e a gente acaba por se esquecer. É como tudo na vida. É preciso é ter paciência, haja saudinha e tudo tem solução.

 

Dizem que Deus, quando fecha uma porta, abre sempre uma janela para nossa alternativa. E a nós, portugueses, vale-nos ser, para nosso descanso e conforto espiritual, um país de católicos, se não um país católico. Seja lá qual for o aperto circunstancial da nação, da nossa bolsa escorrem sempre as moedinhas para a caixa das aflições ao cuidado da Santa Igreja. Nela confiamos o nosso maior desamparo, para que nos guie na dúvida, tudo sem dúvida. Um verdadeiro luxo, neste tempo de fracos valores, cinismo e materialismo, onde já pouco é sagrado e tudo tem um preço marcado para troca; quem não paga não troca e ponto final. Daí o embaraço que sinto com esta que é a última das más notícias, segundo a SIC e a sua anunciada mudança nacional de 1 de Julho. Reza assim, passe o termo: O preço das missas também aumenta em muitas dioceses, uma subida de 33%. Cada missa passa a custar dez euros, mais 2,5 euros.  Um tintário, 30 missas seguidas, passa a custar 350 euros.” Tufa, indubitavelmente, com todas as letras. Um tufa e pêras, aliás.

 

Eu sei que a vida está pela hora da morte, e coiso e tal, e tal e coiso, e pronto, é a vida, e pronto e coiso. Eu sei essa parte toda, de trás para a frente, aprendo-a de cor todos os dias, em cada passo que dou por este meu país mais teso que corda de sino, sempre com uma tanga nova para fintar a conta e quem a traz. Também eu sei que ‘há mais que uma maneira de fazer pela vida’, já o dizia o poeta. Essa parte eu já conheço, gostava de perceber era outra coisa, e outra ainda, e mais um par delas, relacionadas. Coisas do amor e da solidariedade, velhos estribilhos de sabedoria, dúvidas de filho para Pai, com todo o respeito. No fundo é a tal lógica da pomada, só que aplicada numa outra dimensão. Beliscos de fé, coisitas de nada, meu tudo, apenas. Mas falta-me a quem pergunte e sobram-me medos vários, tantos quantas as respostas possíveis às questões que trago sem elas, aqui, dentro do peito. Se calhar há palavras que devem ficar por dizer, às vezes. Por isso talvez não seja boa ideia fazer muitas perguntas, talvez um outro dia, quem sabe. É preciso é ter saudinha, muita saudinha é que é preciso. Que o resto, olhem: assim com’assim, que seja pelas almas. Tufa, seja; pelas almas.



publicado por Rui Vasco Neto
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Bom dia. Hoje eu digo, finalmente, que é hoje, é hoje, é hoje!!!
Terça-feira, 01 Jul, 2008

«O primeiro dia de Julho vai trazer mudanças no dia-a-dia dos portugueses.»

 



publicado por Rui Vasco Neto
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Há gente assim, com vidas que nunca mais acabam. Seres com a estranha capacidade de se reinventarem mesmo no disparate. De renascerem sempre, após cada uma das muitas mortes que vão tendo em vida. Tolos, há outros que lhes invejam este castigo como se fora uma gracinha para entreter os amigos nas noites frias de inverno ou nas amenas cavaqueiras de verão. São os tolos quatro-estações, que por desconhecerem a primavera das ideias estão condenados ao outono da mediocridade para sempre.
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